“A cigana analfabeta leu a mão de Paulo Freire”
é um folheto de cordel que estarei lançando brevemente. Parodiando Paulo
Leminsk, esse folheto não é estudo definitivo sobre educação libertadora ou
algo do tipo. “Não é para ser lido por quem quer chegar ao fim, mas por quem
entende e sente que não existe fim nem começo”.
A capa do folheto é de Sérgio Ricardo Santos,
parceiro das aventuras culturais.
Uma turma de designe gráfico da Unipê,
curso superior em tecnologia, tendo à frente o professor Rodrigo Brandão, está
trabalhando em projeto de diagramação. O grupo de literatura de cordel escolheu
o autor Fábio Mozart para completar o projeto com o folheto “A cigana analfabeta
lendo a mão de Paulo Freire”.
Agradeço
a Isabel e demais alunos que, com carinho, dedicação e sensibilidade,
diagramaram nosso folheto de cordel. Cada detalhe refletiu criatividade e
respeito à cultura popular, dando ainda mais vida aos versos e à tradição
nordestina. Nosso muito obrigado pelo belo trabalho realizado!
Parem de fazer capa com essas imagens de IA generativa! Virou padrão e passa a ideia de que o autor é preguiçoso. Ou quer dar um golpe.
Deputado Mario Frias, amigo de Flávio Rachadinha, suspeito de rachadinha e lavagem de dinheiro. Alguma novidade?
“O Uber estava tocando música gospel, eu pedi se podia mudar de rádio pra algo não gospel e ele soltou um “meu irmão, não”. Eu abri a porta com o carro em movimento enquanto dizia “mas eu estou pagando por essa carona…”. A rádio foi desligada imediatamente.” – (Luduvico no Bluesky)
Já passei por esse desconforto.
Bolsominions
hoje mais perdidos do que Adão no dia das mães com esse filme onde só tem
bandido.
Tenho
constatado que ultimamente estou ficando mais velho e pobre.
Blog é coisa
que ninguém mais lê. Tanto que as visitas da Toca do Leão se resumem a umas
cinquenta pessoas do meu convívio, diariamente. Eu nem ligo! Dito isto, informo
que, em uma postagem qualquer dos tijolinhos, recebi mais de mil visitas.
Não
sou imbecil. Até poderia ser, mas a concorrência é muito grande nas redes
sociais. O que eu falar aqui nestes tijolinhos não tem, na prática, valor
nenhum, peso algum, autoridade moral muito menos! Encare essa coluna apenas
como uma conversa numa mesa de bar daqueles bem “copo sujo”.
Por
falar nisso, aqui no meu bairro tem o Bar do Grude. Lá é assim: o tira-gosto é
tão sujo e bom que a cerveja vira acompanhamento.
Quando
bebia, fui no Bar do Grude só pra tomar uma.
Saí amigo do garçom e dono da espelunca, padrinho do cachorro e devendo oito
rodadas.
O
relógio do Bar do Grude funciona
diferente: 1 hora lá equivale a 5 cervejas.
No
bar do Zé, a resenha começava no ‘boa noite’ e terminava no ‘bom dia’.”
Zé
do Bar morreu em 2020, o ano que não existiu. Nesse ano também morreu de covid
19 o velho Beto Barbeiro, mais antigo cliente do Bar do Grude.
Mito
da criação, conforme Sílvio Carneiro, frequentador do Bar do Grude: “Pagou a
conta da luz: e eis que foi o primeiro dia. Pagou a conta da água: e eis que
foi o segundo dia. Pagou a conta do fornecedor de ervas aromáticas: e eis que
foi o terceiro dia.”
“No
quarto dia, pagou a conta do fiado do Bar do Grude. No quinto dia, pagou o
peixe e o frango que estava devendo no açougue. No sexto dia, levou o cão para
cagar na frente do Bar do Grude e brigou com a ex-mulher, aquela víbora falsa.
No sétimo dia resolveu descansar e tomou um porre daqueles no Bar do Grude. No
dia seguinte, de ressaca, Ele criou o domingo…”
O
Itaú cobrou indevidamente por seguros em cartões de crédito durante 14 anos,
segundo o Procon e o Ministério Público de Minas Gerais.
Há
dois anos, o Itaú me cobra um empréstimo que jamais contratei. Minha advogada
faz o que pode, lutando contra a estrutura corporativa massiva do setor
jurídico do banco.
Antes
de apagar a vela da vida, talvez eu receba a indenização. Provavelmente não.
O
Bolsa Família foi apontado pelo Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento como um dos principais responsáveis pelo avanço do Brasil ao
maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de sua história.
Em
2024, o país alcançou índice de 0,805, entrando pela primeira vez na faixa de
“Muito Alto Desenvolvimento Humano”.
Luciano
Huck é contra o programa Bolsa Família, que proporcionou esse avanço social.
Ele é a favor de que as filhas dos militares recebam gorda pensão pela vida
toda, desde que não casem.
Valdemar
do PL disse que Flávio Bolsonaro foi buscar o resto do toco na casa de Daniel
Vorcaro. Depois voltou atrás. A sua nova versão é de que Flávio foi visitar
Vorcaro para ameaçar com prisão perpétua o banqueiro ladrão, no caso do mister
Rachadinha ser eleito.
A
conversa era sobre R$ 130 milhões para supostamente fazer um filme que ninguém
vai ver sobre um suposto e patético herói de fancaria.
Herói de fancaria é uma expressão popular usada de
forma irônica para descrever uma pessoa que se finge ou tenta parecer muito
corajosa, nobre ou importante, mas que não passa de uma farsa.
Hoje,
quarta-feira (27) na Rádio Comunitária Solânea FM, às 9 horas, mais uma edição
do programa Estação Cultura, produção da Sociedade Cultural Poeta Zé da
Luz e outras entidades da região.
Nesta edição de maio teremos entrevista com a
nossa confreira Maria dos Anjos Oliveira e depoimentos do jornalista Fernando
Moura, Presidente da Fundação Casa de José Américo, e a escritora Fabiana Agra,
de Nova Floresta.
Ainda comparece ao Estação Cultura de hoje o
forrozeiro Antonio da Paz, de Solânea. Na internet: http://play.radios.com.br/25151
Parabéns
para Jandira Lucena, aniversariante de hoje. Ela é autora do livro Uma homenagem a Violeta Formiga e outros escritos.
A obra
homenageia a poeta paraibana Violeta Formiga,
figura importante da cena literária e das discussões sobre emancipação feminina
na Paraíba durante os anos 1970 e 1980.
Além da
homenagem, o livro reúne poemas, crônicas e memórias ligadas à cidade de
Itabaiana e à trajetória cultural da própria autora.
O livro foi
publicado pela Editora Universitária da UFPB, dentro da Coleção Humanidades,
com prefácio de Fábio Mozart e da professora Neide Medeiros Santos.
Tijolinhos
para Jandira Lucena, que participou da fundação da Sociedade Cultural Poeta Zé
da Luz.
VERSO DO DIA
Se quiseres o
corpo que tens,
Não voa tão alto sem asas;
Não és máquina dos trópicos,
Nem pés caminhando em brasas.
Se quiseres a alma que tens,
Zela teu corpo couraça;
Não és brisa voando sem graça,
Vagando à procura do além.
Damião Ramos
Cavalcanti

Nenhum comentário:
Postar um comentário