terça-feira, 14 de novembro de 2017

MULTIMISTURA com defeito de fabricação


Deputado Antonio Mineral ganha o troféu Babaca da Semana do MULTIMISTURA: 


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Astróloga Madame Preciosa apresenta o Horóscopo Nordestino. 

BLOCO 2: 


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“Luciano Cartaxo é tão falso que já nasceu clonado” – (Vavá da Luz) 

BLOCO 3: 


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A verdadeira história das pedras de Ingá na voz do autor, o doutor Fábio Mozart. 

BLOCO 4: 

domingo, 12 de novembro de 2017

POEMA DO DOMINGO

Gravura de Mailson Rodrigues

A verdadeira história das pedras de Ingá - PARTE I


Um dos maiores mistérios
Do mundo misterioso
O lajedo de Ingá
Em lugar muito formoso
Na beirada de um riacho
Pertencente a um cabra macho
Que o povo chama Vavá.

Eu já estive por lá
Estudando a profecia
Daquela pedra famosa
Onde de noite e de dia
O povo reza contrito
Em louvor do monolito
De fama conceituosa.

Palavrado em verso e prosa
O lajedo é estudado
Por doutor em ocultismo
E até cabra safado
Metido a saber de tudo
Porém, sem ter muito estudo,
É mestre em cabotinismo.

Disfarçando seu cinismo,
O doutor Fábio Mozart
Começou o seu estudo
No lajedo do Ingá
Tendo como assessor
O perito professor,
Cabra que sabe de tudo

Da vida, e sobretudo
Do tema “pouca vergonha”,
Vavá da Luz é seu nome
Famoso pela peçonha
Que destila feito cobra.
Na caçada se desdobra,
Mata a cobra e depois come.

Com a luz desse bom homem
O rei da Itacoatiara
Comecei a estudar
Aquela pedra tão rara
De cuja história oculta
Muita gente se exulta
Querendo até explicar

Que a pedra do Ingá
Foi feita pelo ET
Vindo do planeta Marte
E nesse “teretetê”
Dessas falsas teorias
Decorreram muitos dias
No Ingá do Bacamarte

Levantando o estandarte
De deuses da antiguidade
Que aqui teriam pousado
Por pura necessidade
De acampar em clima ameno
Em pedregoso terreno
Bom pra escrever um tratado.

E foi nesse lajeado
Que o misterioso povo
Começou a escavar
Em saliente corcovo
A sua divinação
Deixando sem tradução
A mensagem milenar.

Até no sítio chegar
Um doutor, grande perito
Estudioso do tema,
Versado muito em “priquito”
E outras sem-vergonhezas
Entendeu as naturezas
Do que estava escrito.

A descoberta eu debito
Ao mestre Vavá da Luz
Que, com ciência, explica:
“o assunto me seduz
Pois é claro, se deduz,
o tema da pedra é pica.”

O que não desqualifica
A mensagem milenar
Pois isso é o eixo do mundo
Ciência de acasalar
Desde que o homem surgiu
Com a mulher descobriu
A arte de furunfar.

No lajedo de Ingá
As gravuras são picantes
Sobre o amor e desejo
Uma carta de bacantes
Em suruba milenar,
Segredos de lupanar,
Dionisíaco traquejo.

E é assim que eu vejo,
Um tratado sexual
Do povo da antiguidade
Pois no tempo era normal
Se estudar esse assunto
Em conteúdo conjunto
Com a temática geral

Porque o nosso ancestral
Não conhecia o tabu
Sobre sexualidade,
Mandavam tomar no cu
Todo falso moralista
Fela da puta purista
Sem muita capacidade

Que viesse com maldade
Dizer que aquilo era feio,
Que o sexo era do diabo.
Não tinham nenhum bloqueio
Para a libertinagem,
Essa tremenda viagem
Entre a vagina e o rabo.

Então, por fim e ao cabo
O sexo na pré-história
Era alavanca do mundo
Jamais sendo atentatória
Aos costumes e moral
Promiscuidade geral
Em universo fecundo.

Aponta estudo profundo
De fina arqueologia:
Noção de propriedade
Do sexo é coisa tardia.
Sexo não tinha preceito,
O desejo era conceito
Em integral liberdade.

Tinham parceiro à vontade
As mulheres dessa era
Em orgasmos variados
Não escolhiam paquera,
Ta tudo escrito na laje
Não era nenhum ultraje
Amantes associados.

Homens meio aperreados
Sem parceiras pra transar
Transavam com animais
Em um coito singular.
Arte rupestre indica:
Facilitou, tome pica!
Assim eram os ancestrais! 

F. Mozart

sábado, 11 de novembro de 2017

Radialista comunitário é o entrevistado de hoje no “Alô comunidade”

O radialista Geraldo Minervino (foto), da Rádio Comunitária Rainha de Itabaiana, é o entrevistado deste sábado, 11, no programa “Alô comunidade”, produzido pela Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares e transmitido pela Rádio Tabajara da Paraíba AM, com retransmissão por uma cadeia de rádios comunitárias paraibanas e portais da internet, sob o comando de Fábio Mozart.
O programa tem início às 14 horas e pode ser ouvido através do rádio (1.110 KHZ) ou pela internet no link da Rádio Tabajara: www.radiotabajara.pb.gov.br
Geraldo Minervino é radialista, folclorista e carnavalesco, além de artesão. Ele ancora um programa noticioso na Rádio Rainha FM de Itabaiana, sendo considerado o único programa na radiofonia local que levanta temas polêmicos, repercutindo as reivindicações da população.  



sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Prefeito Mandrake "expandiu” o município de Itabaiana do Norte



Altamira, no Pará, é o maior município em extensão territorial do Brasil e do mundo. Sua área de 159.696 km² é maior que vários países. No mapa da fraude, o ex-prefeito de Itabaiana conseguiu alargar as fronteiras do município paraibano, onde uma distância de apenas 9 quilômetros espicha para 60. Espacialmente, quase chegamos à marca de Altamira.
O ex-prefeito de Itabaiana foi ator principal no filme de terror civil dirigido, produzido e roteirizado por este rapaz e seus familiares. O filme foi a sequencia de uma série desconfortável e descabida de gestões, transformando o Município em um dos piores da Paraíba na gestão fiscal.
As cenas dessa viagem pelo país da mutreta mostram fatos patéticos, onde os agentes aproveitam sem cerimônia a bufunfa pública sem nenhum remorso. As pessoas intuem como é esse negócio de se beneficiar desonestamente de bens públicos, mas poucos conseguem provar ou acompanhar os lances de sabedoria dessa gente. A gatunagem do dinheiro público é um negócio cultural, e há muito que anda em total e absoluto descontrole. Em matéria de levar vantagem no manuseio do dinheiro da "viúva” somos muitíssimos competentes. Mesmo porque, graças à impunidade que impera nesse Brasil, os espertos sempre se dão bem.
Porém, e sempre há um porém, vez ou outra o gato deixa o rabo de fora. É o que prova um catatau de documentos enviados por alguém de Itabaiana, que prefere ficar no anonimato. Os papéis são referentes a processo de licitação para contratação de transporte público na primeira gestão do rapaz. Sim, porque ele sempre consegue se reeleger. Há quem diga que mais da metade da população é cúmplice. Nosso jovem burgo mestre criou uma organização não governamental de fachada, botou sua mãe como Presidente e plantou vários “laranjas” para simular uma licitação. Após os trâmites legais da “licitação”, ganhou um dono de automóvel que apresentou o menor preço. Vejamos a tabela:
  
ORIGEM
DESTINO
KM REAL
KM NA PLANILHA

Itabaiana
Sítio Mendonça
9 Km
60 Km
Itabaiana
Pernambuquinho
3 Km
36 Km
Itabaiana
Maracaipe
3 Km
43 Km
Itabaiana
Guarita
6 Km
31 Km





No dia 19 de setembro de  2011, o Tribunal chinês sentenciou a execução de dois prefeitos que estavam envolvidos em desvio de verba pública. Corruptos existem nos dois países, mas só o Brasil institucionalizou a impunidade. Se tentasse fazer na China uma licitação como esta, nosso prefeito ficaria feliz se o castigo fosse apenas a demissão do cargo.
“Em que instante a nossa malandragem deixa de ser folclórica e cultural e passa a ser crime de desonestidade? Por que a lei de tirar vantagem em tudo está incrustada na mente de tantos brasileiros, a tal ponto que os honestos passam a ser otários porque o mundo seria dos espertos? Um dia, todos precisaremos aprender que não se coloca no bolso, na bolsa, nas meias e nas cuecas um dinheiro que não nos pertence.  É roubo". (Mensagem anônima que corre na internet)



quinta-feira, 2 de novembro de 2017

domingo, 29 de outubro de 2017

POEMA DO DOMINGO


A PROPÓSITO DE PESSOAS

Pessoas ao ar livre
sem sentido da liberdade.

Pessoas operando
intrincados métodos metrópoles.

Pessoas se desdobrando
em ações esvaziadas.

Pessoas desativadas
ressignificando-se.

Pessoas impessoais
redirecionando-se.

Pessoas posses
pessoas pressas
pessoas putas
pessoas performance.

Pessoas clichê
desconstruindo-se.

Pessoas pudibundas
vergonhosas bundas.

Pessoas vagas
codificando-se.

Pessoas em estado
de matéria plástica.

Pessoas dramáticas
experimentando-se.

Pessoas embutidas
moldando sensibilidades.

Pessoas nuas
sistematizando a morte.

F. Mozart