terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Jornalismo de esgoto


Em João Pessoa, Anco Marcio disse que o jornal JÁ está com a corda no pescoço e só não saiu de circulação ainda porque “não querem admitir que fizeram uma merda”. Esse jornal é um que espremendo sai sangue. Sensacionalismo barato, custa 15 centavos.

No Rio Grande do Sul, outro jornal com o título de JÁ ganhou o Prêmio Esso de jornalismo. A pequena publicação especializou-se em denunciar as mazelas do governo local, passando a ser vítima de forte pressão. Em 2001, JÁ noticiou umas falcatruas envolvendo a família do governador Rigotto, que entrou na Justiça pedindo indenização pela “honra ultrajada”, inviabilizando economicamente o jornal.

O jornal de Porto Alegre está recebendo o apoio de muita gente para voltar a circular, enfrentando o sufocamento da Justiça e do Governo local. Os que lutam por uma imprensa livre e decente estão com o JÁ gaúcho.

Outro dia, uma moça ligou para renovar minha assinatura do Correio da Paraíba. Disse que não assinaria um jornal cuja empresa edita um lixo como o tal JÁ. A mocinha ficou sem argumento, pediu desculpas e desligou.

Apesar do sectarismo obsoleto, o ContraPonto ainda é o jornal que tem conteúdo e vergonha na cara, aqui na Paraíba. Além do meu “Tribuna do Vale”, que volta a circular ano que vem.

Só como curiosidade: Um grande portal noticioso publicou a morte da atriz Leila Lopes na seção "Entretenimento". Outro grande portal noticioso publicou a morte do locutor Lombardi na seção "Diversão". Humor negro é isso aí.

Meu blog ensina o caminho de Itabaiana ao Brasilzão


A Toca do Leão, devagarzinho, vai cumprindo seu papel de divulgar a Rainha do Vale do Paraíba por esse Brasil afora. É que temos outra Itabaiana, cidade próspera no Estado de Sergipe. Vejam vocês a mensagem que recebi de Zé Souza, um gaúcho de Pelotas: “Olha a ignorância minha, pois só agora descobri que a Paraíba também tem Itabaiana. Gostei...”.

A poetisa Vera Jacobina, de Jacobina, Bahia, leu a crônica sobre os seleiros de Itabaiana e comentou: “você não imagina o tanto que aprendemos com tudo o que diz respeito à cultura de um povo. Tudo isso me fascina”.

Maria Iraci, humorista de Brasília, disse sobre o solar dos Maroja que está caindo aos pedaços em Salgado de São Félix: “Quantas cidades no Brasil vivem nessas condições que você descreveu! São populações desinformadas desses lugares eleitores que votam nas porcarias de políticos que vêm pra cá infernizar o país inteiro. Triste, né?” Como humorista, ela foi amarga demais!

Já o Roberto Pelegrino, de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, acredita que “em um Brasil de tantos mensalões e roubalheiras institucionalizadas, ajudar o próximo se tornou uma forma de acreditar que o ser humano tem jeito. Parabéns, poeta, que a vida não é fácil mas o importante é lutar”. Ele se refere à crônica “Vamos caminhar e cantar”. No fim o Pelegrino faz um elogio que agradeço: “O seu texto é maravilhoso, você usa palavras sábias para expressar o assunto tratado, parabéns!”

Jucimar Estrela, de Curral Velho, Paraíba, sobre a mesma crônica só afirmou: “Grande Geraldo Vandré, excelente texto!”.

São tantas as emoções, como diria o sexagenário rei da juventude que deixou saudades, diante do rudimentar gosto musical da rapaziada de hoje. De todo o país, recebo mensagens dos meus compadres e comadres leitores. Um deles me surpreendeu. Foi o Anderson Cristiano da Costa, de quem li um conto em blog português e publiquei como sendo lusitano esse escritor. Fiz até uma crítica adstringente. Mas o rapaz é de Santo Antonio do Monte, Minas Gerais, tem 27 anos, autor de contos de horror, que chamei horrorosos. Foi na crônica “As fábulas da mortalidade do homem”. O aprendiz de Zé do Caixão foi, no entanto, educado e compreensivo: “Bem... talvez se acertasse a nacionalidade, bem como o título... sim, e o gênero... Mas mesmo assim foi válido. No fim, até um bom texto.”

Diogo Liester Júnior é de Cabo Frio, Rio de Janeiro, um cara que “ama e espalha palavras para melhorar o sabor da vida”. Miriam de Sales é de Salvador, Bahia, “uma mulher imaginativa e romântica”, deseja sorte aos meninos do projeto Pedra de Toque. Lourenço de Oliveira, professor de Salesópolis, São Paulo, conferiu a crônica “A mão que governa” e achou que é “mais profundo do que parece”. Alberto Sales, do Rio de Janeiro, disse que a narrativa sobre o Urubu-Rei é “uma bela história de uma pessoa curiosa e inteligente”.

Como fiel depositário dessas simpáticas mensagens, agradeço à Kássia C, de São Paulo, que diz ser “banal, sem sal, completamente normal”, e a todos os outros leitores deste blog. Sobre o compadre Benjamim, de Campina Grande, me inquieta o desejo de conhece-lo pessoalmente, de tanto que temos trocado figurinhas pela internet, ele um humanista que muito me orgulha, já que se diz itabaianense da gema.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Jazz


O jazz começou na América do Norte, mas se mundializou. Nova Orleãns foi o ninho onde nasceram os músicos que juntaram a criatividade da comunidade negra com a cultura popular. Os afro-americanos criaram o jazz como os negros brasileiros pariram o samba e suas vertentes.

Os caras pegam um tema musical e começam a improvisar. Eu comecei a gostar de jazz ouvindo Miles Davis e sua banda fantástica. Não sou especialista, mas adoro saber que quase tudo que tocam nos discos foi gravado de improviso. John Coltrane é um saxofonista considerado o maior de todos os tempos. É imprescindível para quem quer começar a conhecer o jazz.

Recebi um presente do maestro Edson Rodrigues, o CD “Contrabanda”, disco que comemora 22 anos dessa banda de Pernambuco. Tem frevo, bossa-nova, maracatu, blues, valsa-jazz, forró e baião, tudo com o tempero jazzístico impecável da “Contrabanda”. O disco tem apoio da Prefeitura do Recife. Quem quiser pedir seu exemplar, o E-mail do maestro é edson.crpj@uol.com.br

Página do maestro: www.maestroedsonrodrigues.com

Aqui em João Pessoa tem uns paraibanos loucos por jazz. A banda “Dixieland” toca um subgênero do jazz, que é pra iniciados. Coisa finíssima. Quando se sabe que essa riqueza foi trazida da África pelos escravos, fico a imaginar o que se passa na cabeça de um racista para afirmar que os negros são inferiores, gente primitiva.

Em Campina Grande, a cidade mais charmosa da Paraíba, rola o CAMPINA JAZZ FESTIVAL, evento marcante que acontece em abril, setembro e novembro. São dez bandas de músicas instrumentais e vocais, resgatando o que há de melhor na cultura musical em nosso Estado. A maior importância do festival é abrir espaços para grandes músicos compositores que vivem fora da mídia e mostrar novos valores, dando início à sua participação no mercado de trabalho.

domingo, 6 de dezembro de 2009

O filho do raizeiro que ama suas raízes


Itabaiana é o lugar do Brasil onde respiram mais poetas por metro quadrado. Agora mesmo meu compadre poeta Antonio Costta está lançando sua Coletânea Poética com mais de 200 páginas. Descubro no ambiente da grande rede outro poeta que saiu daqui para morar em João Pessoa, meu compadre Sarderli Silva, que assina Sander Lee, mal escondendo sua admiração pelo país do Tio Sam, sem, entretanto, deixar de gostar da cultura de raiz do Nordeste brasileiro. Como cultor das nossas mais belas manifestações artísticas, Sanderli, ou Sander Lee, escreve poesia de cordel, sonetos e outras variedades. No passado cometeu outros desatinos artísticos, como ator do Grupo Experimental de Teatro de Itabaiana – GETI, fazendo o papel da Besta-de-sete-léguas na minha peça “A Peleja de Lampião com o Capeta”.

O poeta é filho do líder camponês José Ferreira, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Itabaiana por muitos anos, conhecido pela sua fama de prático na medicina popular, onde corpos e espíritos são inseparáveis, como atestam nossas rezadeiras, curadores, raizeiros, pajés e mães-de-santo. O pai de Sanderli era craque em desfazer o sofrimento dos humildes rurícolas que se queixavam de quebranto, micróbios, vermes, encosto, praga rogada e osso rendido, entre outros males do corpo e da alma. Zé Ferreira hoje é uma lenda como detentor da riqueza que são os saberes da medicina popular. Já falecido, Ferreira deixou Sanderli para cantar as belezas da terra comum.

Leitor do meu blog, Sanderli mandou dizer: “como ex-dirigente da Sociedade Amigos da Rainha, ex-Sociedade Cultural Poeta Zé da Luz, conheço de perto a luta do poeta e dramaturgo Fábio Mozart. Por onde passou, abriu caminhos e investiu na cultura brasileira. É um desbravador. Quantas vezes o vi usar o próprio salário empreendendo a arte. Sempre foi e será um referencial para a minha geração”. Isso ele disse em relação ao Ponto de Cultura Cantiga de Ninar, para no fim exclamar nostálgico: “Deu-me uma saudade da minha Itabaiana!”

Outro poeta, esse nascido em Pilar, mas foi Itabaiana que lhe deu régua e compasso, no dizer famoso do mestre Gilberto Gil, nosso compadre Damião Cavalcante assim opinou sobre a feira de artesanato que estamos planejando: “Prezados conterrâneos, excelente ideia e elogiosa iniciativa a de criar, em Itabaiana, a “Feira Permanente de Cerâmica”. Sempre achei que Itabaiana poderia ser o centro turístico da cerâmica com um decisivo apoio da Prefeitura, inclusive o de albergar mestres dessa arte para dar (também de modo permanente) aulas à nossa juventude sobre esse tipo de arte”.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Vamos caminhar e cantar


Professora Telma Lopes, à direita

O caso eu conto como o caso foi. Mais uma vez sofri censura na internet. Resumindo, conheci um músico que anda precisando de ajuda devido a um problema pessoal. Sem querer me auto-incensar, sou adepto da ajuda desinteressada ao próximo, promover e incentivar a amizade, ética e bem-estar cultural, social e moral da minha comunidade. Por isso escrevi no meu blog sobre o rapaz, pedindo ajuda. De fato, vários amigos responderam ao apelo, dispondo-se a auxiliar na campanha para adquirir o violão do músico, entre eles o companheiro Adeildo Vieira.

A família do dito cidadão não gostou de ver na internet o depoimento do rapaz, sugerindo até me processar por expor publicamente seu drama. Não quis aparecer na mídia eletrônica como uma espécie de mecenas, não sou político nem religioso, muito menos demagogo e aproveitador das desgraças alheias. Simplesmente quis ajudar uma pessoa em dificuldade, um homem inteligente e capaz a quem a vida armou uma arapuca, uma pessoa precisando de auxílio. Não foi assim que a família dele entendeu. Tudo bem, retirei a crônica do blog, e deixa isso pra lá.

O que ficou de bom foi meia dúzia de mensagens de pessoas como a professora Telma Lopes, de Itabaiana: “Lemos sua mensagem, e como mediadora de conhecimento, não poderia ficar omissa diante do relato. Juntos, Escola João Fagundes e sua gestão, dispomo-nos também a colaborar com tão nobre causa, que trata de resgate de verdadeiros valores humanos da cultura, de que tanto Itabaiana necessita. Vamos caminhar e cantar”. Agora me diga, não é pra estremer de satisfação saber que ainda existem pessoas desse nível moral e humano em nossa comunidade, e ainda por cima com capacidade intelectual para escrever coisas tão bonitas?

O professor Benjamim, da Universidade Estadual da Paraíba, enviou a seguinte mensagem: “Contamos com pessoas como vocês no trajeto de construção do Homem Novo, do Mundo Melhor para todos. Me comovo, e muito, com depoimentos como o da professora Telma. Sim, enquanto raios e trovoadas caem em nossas cabeças,
ainda encontramos espaço neste campo de batalha para CAMINHAR E CANTAR. Portanto, vamos sim, caminhar e cantar.”

Gostaria que Telma fosse minha professora-orientadora na disciplina dignidade. Que a chegada do ano novo traga muitas alegrias à Telma e seus familiares, com muita resistência diante dessa sociedade opressora e falsa.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Seleiros de Itabaiana


Recebi mensagem do ator Buda Lira, de João Pessoa, nos seguintes termos: “é uma alegria, vocês nem imaginam, o passeio que acabo de fazer neste blog do Ponto de Cultura Cantiga de Ninar. Saber que pulsa forte uma experiência com vontade de manter viva a tradição cultural de Itabaiana. Visitei em 1982 um seleiro (não lembro o nome) aí em Itabaiana para compor o Mestre Amaro (Fogo Morto) da peça Papa-Rabo. Vocês têm notícias desse artesão?”

Seleiro é o cara que faz selas para cavalos. Aqui tivemos o maior polo de comercialização de cavalos e bois da Paraíba, daí a tradição nesse artesanato. Conheci grandes seleiros, quase todos já falecidos, a exemplo de Clovis Almeida, Daciano Alves de Lima, Zé de Nana, Dudu e João Seleiro.

O jornalista Hilton Gouveia publicou no jornal A União um artigo que fala de nossa tradição coureira. Itabaiana era chamada a Meca do Couro. Couros de bois e bodes que vinham do alto sertão, aqui encontravam a morte. Deles se tirava a pele in natura, que depois era salgada e curtida. Beneficiada, essa pele ganhava o mundo para virar bolsas, sapatos, chapéus e cinturões. Luiz Gonzaga não dispensava um chapéu de couro legítimo de Itabaiana. Sivuca não usava chapéu de couro, mas para homenagear Itabaiana, usava cinturão com o couro de sua terrinha amada. Depois veio o sintético, e a era do couro decaiu. Com ela, Itabaiana abateu-se economicamente. Hoje é uma cidade que perde população. A cada dia, mais e mais itabaianenses saem de seu torrão natal em busca de sobrevivência. Do couro só restou a tradição, as lembranças. O Curtume Nossa Senhora da Conceição já trabalhou com mais de 200 empregados. Hoje está extinto.

No passado, grandes curtumes de Itabaiana forneciam couro para fábricas de sapato em Timbaúba e Caruaru, exportando para Rio Grande do Sul, Ceará, São Paulo, Bolívia, Portugal e Alemanha.

O couro de Itabaiana tinha fama internacional. Hilton afirma: “Conta-se que o agroindustrial Aguinaldo Veloso Borges, na época, dono do maior rebanho bovino da Várzea do Paraíba, dizia que a diferença do couro de Itabaiana estava no pasto que os bois comiam em Pilar, o município vizinho, onde Veloso dispunha de fazendas de criação de gado Nelore. Além dos couros que saíam do rebanho de Veloso, Itabaiana concentrava a venda de couros procedente do Brejo, Cariri e Curimataú.”

Em Itabaiana, curtia-se couro bovino e caprino. O couro de bodes era usado em larga escala pelos diversos sapateiros e fabricantes de calçados autônomos que existiam na cidade. Diz-se, até, que Itabaiana tem o período do couro e o período após o couro. Timbaúba rivalizava com Itabaiana na produção de couros e seus artefatos. Hoje, Itabaiana subsiste decadente, e de Timbaúba só recebemos eleitores clandestinos para votar em político ruim.

Câmara de Vereadores conta sua história


Desembargador Almir Carneiro, João Quirino Neto e Edilson Andrade


Recebo material de grande valor histórico, repassado pelo ex-vereador e ex-prefeito de Itabaiana Edílson Andrade, pessoa que se constitui numa página viva da evolução do legislativo em nosso Município. Coube honrosamente ao Edílson a tarefa de dotar a Câmara Municipal de ótimas instalações, inauguradas em março de 1984, quando ele ocupava o cargo de prefeito por decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba.

Como Presidente da Câmara de Vereadores, após ser nomeado prefeito, Edílson Andrade empenhou-se em investir na instalação de prédio próprio para o Legislativo, que antes funcionava em prédio anexo ao Fórum. As reuniões dos vereadores eram realizadas no mesmo local onde funcionavam as sessões de júri da Comarca. O Presidente da Mesa sentava-se na cadeira do Juiz.

Edílson aproveitou sua passagem pela Prefeitura como chefe do Executivo para alugar um imóvel em frente ao Itabaiana Clube, de propriedade de Belarmino Ribeiro, instalando o Departamento de Energia Elétrica do Município, efetuando melhorias no prédio histórico onde hoje funciona a Câmara Municipal. Deu mais dignidade ao Poder Legislativo local, mandando confeccionar as bancadas para os vereadores e mesa diretora, salas de arquivos, gabinete da Presidência e outros benefícios, como consequência do seu trabalho articulado como Prefeito e Presidente da Câmara, cargo este que foi passado para o grande líder de Campo Grande, João Quirino.

Foi assim a época de ouro da Câmara, que pela primeira vez teve um dos seus membros como Prefeito, ainda que interino. Edílson Andrade teve longa trajetória na Câmara, sendo talvez um dos conquistaram mais mandatos consecutivos na história do Legislativo itabaianense. Plenamente identificado com a atividade de vereador, Edílson Andrade não renovou seu mandato mas seu reconhecido prestígio e dedicação à Casa de leis de Itabaiana o coloca como referência obrigatória e indispensável ao estudo dos nossos valores e das nossas raízes históricas.

As fotos que gentilmente cedeu para o acervo da Sociedade Amigos da Rainha do Vale do Paraíba com certeza serão valiosas no futuro, para visualizar a história de Itabaiana na perspectiva do Legislativo. Na época em que foi inaugurada a Câmara, apenas dois partidos dividiam o poder na cidade: PMDB e PDS. Do Partido do Movimento Democrático Brasileiro eram os vereadores José Ramos, João Quirino Neto, Cláudio Roberto Lucena (Beto de Zé de Paulo), Manoel Leite de Melo (Neco Frizo) e Gentil Cassemiro. Do Partido Democrático Social (PDS) faziam parte os vereadores Fernando Melo, José Carlos de Almeida, Otoniel Marinho, Maria Jaide, Clidenor Félix (Nô Almeida) e Janete Barbosa, que assumiu na vaga de Edilson Andrade.

Para a solenidade de inauguração das novas instalações da Câmara compareceram os deputados Carneiro Arnaud e Afrânio Bezerra, Desembargador Almir Carneiro, Presidente do Tribunal de Justiça do Estado, prefeitos das cidades vizinhas e o Juiz da Comarca, Dr. Reginaldo Antonio de Oliveira. O descerramento da placa foi feito pelo vereador João Quirino Neto e pelo deputado Afrânio Bezerra. A sessão solene foi transmitida pelas rádios Tabajara e Integração do Brejo, de Bananeiras.