quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

TIJOLINHOS DO MOZART

 

Viva Ninoca do Boi, chefe da brincadeira do boi Mister Bomba! Ninoca está no meu livro Artistas de Itabaiana.

Na Bahia saiu o bloco “Morrão fumegante”. Na base do reggae.

A respeito da epidemia do crack que assola as pequenas cidades paraibanas, o que temos a dizer? Qual político toma iniciativa para debater e procurar saídas?

Radialista Hosmá Passos reproduzindo meu podcast 10 Minutos no Confessionário na Rádio Comunitária Nativa, de Piancó. Quando você se sente entediado e frustrado com a vida, aparece um amigo para prestigiar seu trabalho.

Grato, poeta Hosmá Passos!

Brasileiro lê apenas quatro livros por ano — e dos quatro, chega ao fim de apenas dois. Os dois de autoajuda.

Meu compadre Biu Penca Preta é o carnaval em estado puro.

"Mentiras inofensivas tornam o homem corajoso, bondoso, saudável e feliz" – Bokonon

Mal termina o carnaval, Pilar já prepara outra festa. Em 7 de março vamos homenagear o jornalista Frutuoso Chaves, lançando folheto sobre o nobre pilarense.

O evento será promovido pela Secretaria de Cultura de Pilar e Sociedade Cultural Poeta Zé da Luz. De Piancó vem o poeta cantador Hosmá Passos.

O jornalista Rubens Nóbrega também é esperado na festa de Frutuoso Chaves, convidado pelo Secretário de Cultura, Evanio Teixeira.

O declamador Quelyno Souza ameaça aparecer por lá, com seus “causos” poéticos.

"Deus, pátria, família e formação de quadrilha". Tudo a ver com a família Bozó.

O Ano Novo Chinês, o ano do cavalo de fogo, começou ontem.

O Ramadã dos islamitas começou ontem.

Hoje começa a Quaresma dos cristãos. Tudo alinhado. O que significa? Nada. Apenas que as superstições da humanidade são milenares.

Esqueça as bets. Jogue no jogo do bicho.

Se eleito, o senador Flávio Rachadinha promete trocar o nome do Brasil. Estados Unidos do Brasil será Brasil dos Estados Unidos.

O poeta Marco Di Aurélio com o músico Cicinho, artistas não indicados para pessoas com o quociente intelectual prejudicado. Merecem todo meu respeito, consideração e simpatia.

Fiquei sabendo que o músico Cicinho canta e toca o bolero “Soneto para a filha recém nascida”, letra de Fábio Mozart e melodia de Bebé de Natércio, nas quebradas onde se apresenta com sua banda, incluindo o Mercado Central e o Quiosque da Poesia.

Grato ao Cicinho por tocar esse bolero que está na play list da Rádio DiarioPB, a melhor rádio online da Paraíba. www.radiodiariopb.com.br

Antigamente, o Partido Comunista do Brasil tinha sede em Jaguaribe. Atendendo ao centralismo etílico, a sede ficava vizinha ao bar de dona Chiquita, na Rua Alberto de Brito. Lá militavam com galhardia e fé meu compadre Mandela, o poeta Yberville e tantos outros vermelhos modernos.

Já não apanham da polícia nem saem de madrugada pichando muros. O Secretário Geral era um delegado de polícia aposentado. A única tarefa de massa no partido, segundo me confidenciou Silvio Lixo, um militante para assuntos carnavalescos, é a saída da troça “Boi Vermelho” no carnaval, reunindo os combatentes comunistas e outros galhofeiros da vizinhança durante as prévias.

Quem lê estes tijolinhos é a poeta Piedade Farias. Ela é restauradora e vive para arrumar nosso patrimônio histórico, de decadência sempre adiada graças a pessoas como Piedade.

Sobre o nome Piedade, Gilberto Felisberto Vasconcelos disse: “Fiquei comovido com esse lindo nome. Parece verso simbolista do poeta Manuel Bandeira”.

Falando em piedade, a Rainha Isabel, aquela que patrocinou a viagem de Colombo para dizimar as grandes civilizações que habitavam as Américas, era denominada “a piedosa”.

Ela mandava queimar na fogueira, sob acusação de feitiçaria, as mulheres que realizavam curas e as que sabiam ler e escrever.

Sim, e as que criavam gatos pretos.

No Brasil, a Cuca é nossa feiticeira central no folclore, representando a força feminina e a natureza.

Nos Estados Unidos, a mortalidade infantil, inclusive de crianças com menos de 5 anos, voltou a crescer, invertendo uma tendência de queda de 25 anos.

A nação mais poderosa e rica de toda a história empata com Cuba em óbitos infantis. Por ironia, Donald Trump aperta o cerco contra a ilha socialista.

Ao desembarcar em Havana, em janeiro de 1998, João Paulo II viu o enorme cartaz no aeroporto: “Esta noite, milhões de crianças dormirão nas ruas do mundo. Nenhuma delas é cubana”.

As pessoas pedindo para que eu fale sobre poesia popular do cordel brasileiro que se produz hoje na Paraíba. O problema é que na minha idade não gosto de fazer inimigos.

Estudiosos acreditam que em 2040 os computadores serão 70 milhões de vezes mais poderosos que os atuais.

Prevista a digitalização da alma humana como o segredo da imortalidade a partir de 2100.

Pena que nesse tempo eu estarei fora do jogo. E pelo andar do foguete, não vai sobrar nenhuma alma para comprovar essa teoria.

“Nunca ria dos sonhos de outras pessoas” – (Dalai Lama)

Lula esbanjou carisma no desfile das escolas de samba no Rio. Acadêmicos de Niterói cantou a vida do sapo barbudo.

Sobre o bafafá de Lula e a escola de samba, assim esclarece o mestre Ramalho Leite: “A homenagem a Lula seria propaganda antecipada se seu nome houvesse sido homologado em convenção ou registrado no TSE. Como não ocorreu nem uma coisa nem outra, não há propaganda antecipada”.

Engolir sapo é a sina da extrema direita brasileira.

Tijolinhos agradecidos para Hipólito Lucena, do Ponto de Cultura Ypuarana, de Lagoa Seca, que pediu 2 exemplares do meu livro "Laranja-romã e outros poemas". Gracias, amigo!


VERSO DO DIA

 

Os dias na esperança de um só dia,

ilhado naquela imensidão de nada,

olhando pelas frestas das janelas mudas

e cruas na sua corporeidade desbotada,

salobro ranço de tempos imemoriais,

literalmente jogadas na vaga do tempo,

denunciando antigos dotes e opulências

na insolvência inevitável dos eventos,

naquele jogo sujo de truques psicossomáticos.

O sol bate nos olhos congelados

das portas em cujos batentes o tempo não flui.

Maldisseram os obreiros dessas entradas

cujas saídas tornaram-se insolventes

e eternas ao sol como tatuagens do inferno,

como a impressão estampada

que Caim foi obrigado a carregar na testa

para viver indignamente para o todo e sempre.


F. Mozart



 

 

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