O poeta Chicco Mello com Gustavo, vencedor do concurso estudantil de poesia promovida pela Academia Solanense de Letras durante a V Festa Literária de Solânea. Rodeado de cordéis, o garoto viveu seu momento literário com ajuda moral dessa entidade, fazendo a diferença na cultura de Solânea. (Foto: Sérgio Ricardo Santos)
Cultura é uma construção coletiva e dinâmica gerada pela convivência humana em sociedade. Ela muda conforme a sociedade evolui, se adaptando a novas realidades, tecnologias e locais.
“Bem ou mal, o sujeito que sou, a percepção que tenho do mundo, a profissão que abracei decorrem do fato de ter visto meu mundo pela janela do trem.” – (Frutuoso Chaves)
Meus olhos ferroviários viram meu mundo pela janela da locomotiva do trem.
“Os defeitos dos outros são horríveis espelhos.” – (Guimarães Rosa)
Quando Jesus estava com o Diabo no deserto, ocorreu um diálogo tenso entre os dois. Já naquele tempo existia o jornalista generalista, que sabe como apurar os fatos e dar crédito a “fontes ocultas”.
Jesus e o Diabo estavam sozinhos, mas assim mesmo o diálogo vazou.
Credita-se o vazamento ao Diabo, mesmo sendo a fonte não muito fidedigna, porque, como se sabe, essa figura é o rei da mentira.
No dia 26 de setembro estarei na Fli Mangaba, a feira de livros de Mangabeira, no Centro Cultural Tenente Lucena, localizado no encontro das ruas Josefa Taveira e Dr. Euclides Neiva.
O Centro Cultural Tenente Lucena tem como objetivo garantir à população um maior acesso a atividades educacionais, artísticas e culturais.
Na Fli Mangaba poderemos trocar, vender e doar livros. Haverá mesa de debates e apresentações musicais. A entrada é franca.
Em 26 de novembro agendei para dar uma palestra a respeito da história de Bananeiras sob o olhar do poeta de bancada, e lançar meu livro Uma abordagem da História de Bananeiras na pancada do ganzá cordelístico.
A palestra e o lançamento do livro farão parte de evento da Academia Bananeirense de Letras e Artes na Biblioteca 2 do Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias, Campus III da UFPB, que está comemorando aniversário.
Esse livro ganhou o Prêmio José Lins do Rego, modalidade cordel, da Fundação Espaço Cultural. Terei direito a 30 exemplares da obra que distribuirei gratuitamente com os bananeirenses presentes na palestra.
Quem convida é a professora Lizziane Azevedo, Presidente da Academia Bananeirense de Letras e Artes.
“O cristianismo institucional é um estelionato promovido por Constantino no quarto século". – (Caio Fábio, pastor e teólogo)
Alguém tem o contato do Vorcaro? Tou necessitado de uns caraminguás...
Dinheiro tem 6,4 vezes mais bactéria do que um assento de vaso sanitário, mostra estudo. E tem gente que gosta de se lambuzar com essa porcaria. Tô fora!
Tá chegando a hora da onça beber fanta. Vem aí o livro mais aguardado pelos admiradores e estudiosos da obra do poeta Zé da Luz. Eu e Sérgio Ricardo Santos organizamos “O último poema de Zé da Luz – obra póstuma do maior expoente da poesia matuta”.
O lançamento será no dia 10 de setembro na Usina Energisa, na 1ª Feira Literária de Cordel da Paraíba, reunindo poetas, cordelistas, escritores e artistas em uma celebração que integra cantorias, debates, lançamentos de livros, oficinas e apresentações musicais.
E no dia 12 de setembro, no Bar da Usina, a Sociedade Cultural Poeta Zé da Luz entregará o Troféu Violeta Formiga para as professoras Djanira Meneses, Stela Maris Mariano e Raquel Maia.
A 1ª Feira Literária de Cordel da Paraíba é idealizada pela Academia de Cordel do Vale do Paraíba. O evento celebra a tradição do cordel entre os dias 10 e 12 de setembro na Usina Energisa, das 14 às 20 horas, com entrada franca.
Ministro André Mendonça pede que “Deus proteja o Brasil”.
Qual Deus? Textos e tradições populares mencionam simbolicamente cerca de 330 milhões de divindades ou formas do sagrado.
Cada qual com seu deus particular.
Exemplo: na cultura iorubá, o deus supremo é Olodumare, criador de tudo e dono do sopro da vida. Ele é uma energia tão grandiosa, pura e distante que os seres humanos não o cultuam diretamente.
Para interagir com o mundo e com os humanos, Olodumare criou os Orixás. Eles são divindades que personificam as forças da natureza (como os raios de Xangô, as águas doces de Oxum ou as florestas de Oxóssi) e guiam as atividades humanas.
Os meus deuses são representados por forças impessoais como a Natureza (visão de Espinosa), a Razão, a Ciência ou o próprio Universo.
Mas não jogo pedras no altar do deus de ninguém.
O Ministro pastor André Mendonça parece que é daquelas pessoas de fé vivida apenas na aparência, baseada em rituais externos, discursos bonitos e rótulos religiosos, mas sem transformação real de caráter, amor ao próximo ou profundidade espiritual.
Quando foi Ministro da Justiça, André Mendonça ressuscitou a Lei de Segurança Nacional da ditadura para investigar cidadãos e jornalistas que criticavam ou satirizavam Jair Bolsonaro.
Se fosse Ministro da Justiça hoje, André Mendonça mandaria fechar a Rádio Barata no Ar e prender seus zé ruelas promotores da bagaça anarquista.
Eu era adolescente quando fui preso por um delegado e enquadrado na tal Lei de Segurança Nacional porque montei uma peça ridicularizando um sargento.
Outra vez, fui expulso do colégio porque questionei um capitão do Exército, professor da disciplina Estudos de Problemas Brasileiros.
Os militares tentavam controlar a educação por meio de reformas curriculares, censura a professores e estudantes, e pela imposição de disciplinas de cunho patriótico e doutrinário, como Educação Moral e Cívica (EMC) e Organização Social e Política do Brasil (OSPB).
Edir Macedo pede para Deus cancelar o CPF de quem for contra Flávio B.
Por curiosidade mórbida, tem gente que escuta a Rádio Barata no Ar: https://www.radiodiariopb.com.br/pastor-pedanio-e-irma-damares-celebram-ritos-de-fertilidade-para-homens-impotentes-radio-barata-no-ar-episodio-de-no-370/
Dia da Independência. Ordem e progresso e, se possível, um pix gordo do banqueiro bandido Vorcaro.
Tijolinhos póstumos de hoje para Pedro Inácio de Araújo, itabaianense conhecido como Pedro Fazendeiro, um líder de Ligas Camponesas na Paraíba durante o período da ditadura militar.
Por conta da atuação em defesa dos direitos dos trabalhadores, ele foi preso pelo Exército, desapareceu e, até os dias atuais, não se tem certeza de como ele realmente morreu.
VERSO DO DIA
Companheira,
virão perguntar por mim.
Recorda o primeiro poema
que lhe deixei entre os dedos
e diz a eles
como quem acende fogueiras
num país ainda em sombras:
meu ofício sobre a terra
é ressuscitar os mortos
e apontar a cara dos assassinos
porque a noite não anoitece sozinha
há mãos armadas de açoite
Pedro Tierra

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