FOTO MEMÓRIA – O ator Fernando Teixeira com meu livro
“Biu Pacatuba – Um herói do nosso tempo”.
"Sem barulho (por debaixo do pano) já vendemos 12 bilhões de dólares do patrimônio público do Brasil". - Ministro Paulo Guedes em 2019
Pelo rumo das coisas, eles vão voltar para vender o restante.
"A Terra é plana, por isso é chamada de planeta. Se a Terra fosse redonda, seria chamada de Skol." - (Professor Sonsinho)
Só se salvam os que correm por fora, os alternativos, o povo que vê o mundo com o filtro da simplicidade e imaginação. Sem amarras ideológicas, sem raiva, sorvendo a vida com prazer e loucura. Sem estar nem aí pra o vizinho, o polícia, o chefe, o prefeitinho, o juiz, a madame fresca ou o machão e sua psicose evidente.
"Quem festeja muito aniversário vive mais". - (Sonsinho)
Li na internet ontem: “saia de sua egoidade”. O autor intelectual do neologismo não foi identificado. Fica aqui meu reconhecimento. Gosto das pessoas que não se conformam com a mesmice e acabam mudando, pelo menos as palavras.
"'O Brasil é o único país no mundo que tem elevador de serviço para cachorro e empregada doméstica". – Stédile
Já estou na terceira idade e ainda não me recuperei da primeira.
Em maio de 2013 lancei a primeira edição do livro Artistas de Itabaiana. A segunda edição limitada saiu agora.
"Com escritor safado acontece o seguinte: vai vendendo os livros e gastando o dinheiro; no final, nem livro nem dinheiro." – (Erasmo Souto, in memoriam)
Abril de 2014, Anísio Maia chama Gervasinho de "toqueiro" e é processado pelo colega. Atualmente são correligionários.
"Não dou lugar a grávida no ônibus. Se tá grávida é porque transou. Tá melhor do que eu" - Maciel Caju.
A homossexualidade foi considerada doença na Suécia em 1979. Suecos protestaram faltando ao trabalho dizendo que estavam se "sentindo gays".
Um ótimo livro: “História crítica do cordel brasileiro”, de Aderaldo Luciano. Para ele, “o cordel como tal só existe no Brasil e é, provavelmente, a única forma original de poesia brasileira”.
O escritor paraibano Ascendino Leite odiava literatura de cordel. Achava uma arte “menor”.
Ascendino via o sexo como “ato gratuito de convulsão física”.
Acabei de ler “A barca dos
amantes”, romance histórico do mineiro Antônio Barreto sobre Marília e Dirceu,
da Inconfidência Mineira.
Mistura poesia com prosa, histórica com ficção, numa visão romanesca do célebre caso do Tomás Antônio Gonzaga que amou dona Dorotéia e a independência, nessa ordem. A bibliografia da Inconfidência é enorme. Daquele episódio da história do Brasil colonial muitas foram as versões. Essa é uma bonita história, na concepção desse poeta mineiro. “Artista é alguém que, com seu trabalho, tenta tornar a vida mais interessante”.
No começo do livro, você fica um pouco entediado. Depois, a coisa toma ritmo e você se deixa levar pela imaginação do Antônio Barreto, um artista a quem eu não conhecia.
Achei uma chave na rua. Essa chave é como a vida da gente. Nunca se sabe o que ela pode abrir. Há milhões de possibilidades. Pensando nisso, fiz esse episódio de “10 Minutos no Confessionário”: https://www.radiodiariopb.com.br/gavetas-abertas-10-minutos-no-confessionario-podcast-com-fabio-mozart-episodio-251/
Se o diabo tem uma Lady Gaga que canta e encanta, o meu Jesus tem uma Lady Shirley Carvalhaes” (Marco Feliciano)
A defesa de milícias no Brasil, frequentemente associada a discursos de agentes políticos, baseia-se na ideia de que esses grupos paramilitares oferecem segurança e ordem em áreas carentes, combatendo o tráfico de drogas.
Defensores, como Jair Bolsonaro, argumentaram no passado que tais grupos livram moradores da violência.
Investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro desmentem a ideia de segurança, mostrando que milícias adotam práticas criminosas, como extorsão, tortura e execuções.
Se o senhor Flávio Bolsonaro viesse a público e assumisse que é miliciano, você acha que ele perderia um único voto?
Espaçonave Artemis terá que voltar para a lua. Um dos astronautas esqueceu o broche que ganhou de Vorcaro do Banco Master, o famoso broche das “suicinhas”.
Sonhei que eu era um dia um matador sanguinário, tipo o dono do mundo, e como todo mundo que tem o poder absoluto, fiquei sendo ruim que só a peste. Resolvi resolver o problema da superlotação do mundo, que tem gente demais nessa joça.
O jeito é matar gente, eliminar uma terça parte dos humanos para dar lugar nas filas e nos estacionamentos e abrir vaga no Bolsa Família.
E aí, meu caro leitor, minha honesta e dócil leitora? Alguma sugestão sobre quem deveria ser eliminado?
No meu sonho, abrimos o debate com o público que mandava suas sugestões. Muita gente querendo o fim dos pagodeiros, funqueiros e sertanejos, todos enforcados nas tripas dos forrozeiros de plástico.
Outros gostariam de eliminar os roqueiros e os rosqueiros. Nessa laia de gente sem piedade, havia os racistas que queriam uma bomba na Argentina, sumariamente eliminada do mapa com tango e tudo.
A minha ministra para o prazer erótico, Madame Preciosa, também foi ouvida e cheirada. Conforme seu plano, alguns homens deveriam ser mantidos vivos para experiências pseudo científicas com o fim de ensinar a cultura do sexo sem fins reprodutivos como fazem os pinguins e os golfinhos, animais sábios que controlam com prazer suas populações.
Em consideração a Sonsinho, riscamos a sugestão de eliminar os sujeitos mentalmente limitados.
Você quer saber sobre os políticos? Que é que tem eles? Aí seria a solução final, porque pra acabar com os políticos teríamos que assassinar a massa que os elege, ou seja, eu, você e seu vizinho.
“Extrema direita perdeu ontem na Hungria e em Cabedelo”. (Pedro Marinho)
“Pra
admitir que é corno, já é difícil, imagina a gente se admitir babaca!” - Bebé
de Natércio, sobre a massa que gritava: “Somos todos Flávio!”
Acredite: tem motorista de app que quer fazer "paralisação"
pra que a regularização da categoria não aconteça. Um ser humano desses talvez não tenha o cérebro completamente desenvolvido.
Tijolinhos poéticos para o menestrel Geraldo Bernardo
Abrantes.
VERSO DO DIA
A terra em fúria lança chamas
Das entranhas incandescentes
A lava espessa escorre ardendo
Pelas encostas e vales e grutas
Como uma fera no cio
Latejante e faminta
Estremece com voragem
Em estrepitosa explosão
É a fusão dos elementos
Criação/transformação
De uma nova matéria
De uma nova vida...
Jandira Lucena

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