segunda-feira, 4 de janeiro de 2016


Em 1988, quando eu trabalhava na Rede Ferroviária em Itabaiana, meus chefes ameaçavam me transferir para uma estação de trem em Pernambuco chamada Paquevira, que fica perto de Garanhuns, no fundo de um vale. Era o castigo máximo para o ferroviário. Lugar perdido nas brenhas. 

Atualmente, a estação de Paquevira está em ruínas, como todo patrimônio ferroviário do Nordeste. Tenho desejo de conhecer Paquevira, ou o que restou dela. Reconciliação com um passado que não se concretizou, ficou como uma sina mal resolvida.




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