terça-feira, 20 de abril de 2021

RÁDIO BARATA 151

 


ESSE CRÁPULA SOU EU

Biografia não autorizada de Roberto Carlos na Rádio Barata no Ar – Edição nº 151:

https://www.radio.diariopb.com.br/programa-radio-barata-151a-edicao/?fbclid=IwAR1ofTLJDgSdeoFL0KMGBx6m21EIXEYigWtVdSt00lxoyT1Gz6uq3EEnn3Y

 

 

domingo, 18 de abril de 2021

RÁDIO BARATA 150

 


RÁDIO BARATA INSTITUI A MEDALHA MENSTRUAÇÃO ATRASADA E MADAME PRECIOSA DÁ AULA INAUGURAL DE EDUCAÇÃO SEXUAL

Rádio Barata no Ar – Edição nº 150:

https://www.radio.diariopb.com.br/programa-radio-barata-150a-edicao/?fbclid=IwAR1JKx7dZbIyBtNsnQGuX-BwV0jinQOL9Ye0ry_8J7Yus-RRkdhkJGrYEpk

POEMA DO DOMINGO

 


VACINA EM VEIA CAGATÍCIA

 

Camarada, fui pra fila

Para tomar a vacina

O sufoco que passei

O amigo não imagina

Passei meio dia em pé

Abalou minha angina

 

Porque essa é nossa sina

Sofrer em toda emergência

Aguentar o fura fila

Ninguém toma providência

E por cima um Presidente

Que defeca na ciência

 

Esse caso é de urgência

Vacina contra idiota

Não vote nos imbecis

Que a ciência boicota

Se vacine contra o Bozo

E toda sua patota

 

Quero ver se essa marmota

Vai tomar também vacina

Imunização de gado

Veterinária ensina

Fica imune a brucelose

Com estreptomicina

 

E se tomar cloroquina

Lá na veia cagatícia

Não vai virar jacaré

Com toda sua malícia

Se transforma em gado manso

Em pastagem vitalícia

 

Antonio Xexéu, psicografado por F. Mozart

 

 

sexta-feira, 16 de abril de 2021

quarta-feira, 14 de abril de 2021

segunda-feira, 12 de abril de 2021

domingo, 11 de abril de 2021

POEMA DO DOMINGO

 


Leprosário Brasil

 

Escoando, sigo o fluxo

Não sei se da consciência

O coração percutindo

Em uma estranha cadência

Brasil jamais foi nação

Diz o crânio em deprimência

 

Na guerra das bactérias

Mataram o povo nativo

Com mais de mil etnias

Um ou outro restou vivo

Sífilis, bexiga e gripe

Nesse massacre massivo

 

Eliminou nosso índio

Que viveu a pandemia

Do vil colonizador

Infecciosa sangria

O primeiro genocídio

Que aqui ocorreria

 

Minando o sistema imune

Alastrando a endemia

Branco chacinou o índio

Do Rio Grande à Bahia

E o que restasse vivo

Metralhado ele morria

 

Depois vieram os escravos

Já no navio negreiro

Era grande a mortandade

Por esse horror brasileiro

De sarampo, gripe e fome

Em processo carniceiro

 

Enfermo sobrevivente

Era jogado ao mar

Chegando em terra firme

Por não se adaptar

Ao sistema escravocrata

Era grande seu penar

 

Genocídio por torturas

Tiros, decapitações

Estupros e homicídios

Mortes pelas privações

Escravos subjugados

Em cruéis humilhações

 

Agora o Coronavírus

Invadiu a possessão

Aqui chamada Brasil

Em grande tribulação

Eis que o Messias da Morte

Se arvorou Capitão

 

De uma massa devota

Mistura de fanatismo

Com ignorância densa

Tolo é seu catecismo

Negando todo saber

Em teimoso ceticismo

 

Certo é que a “gripezinha”

Já matou 300 mil

O país empobreceu

Sob as ordens de um imbecil

O mundo só quer distância

Do leprosário Brasil


F.M.