O poeta Chicco Mello é atração desta quinta-feira
(28) na Academia Paraibana de Letras, durante o 113º Pôr do Sol Literário, às 17h30.
Juntamente com Thiago Alves e Wagner Lins, ele lançará seu novo livro de poemas
e declamará Augusto dos Anjos e Zé da Luz.
Chicco Mello é uma voz viva da cultura do brejo
paraibano, daqueles artistas que transformam palavras em sentimento e
identidade popular. Sua atuação como poeta, declamador, ator e incentivador
cultural fortalece a literatura nordestina e inspira novas gerações em Solânea.
Ele é
vice-presidente da Academia Solanense de Letras. Alguém já disse: “Chicco Mello
carrega na poesia a alma do sertão, a sensibilidade do povo nordestino e a
coragem de manter viva a cultura popular. Sua arte emociona, ensina e dignifica
a literatura paraibana.”
“Mulheres não deveriam ser educadas ou
ensinadas de nenhum modo. Deveriam, na verdade, serem segregadas, já que são
causa de horrendas e involuntárias ereções em santos homens.” – (Santo
Agostinho)
O velho Maciel Caju anda precisando de um
milagre de Santo Agostinho para ter uma ereção.
“O comum no ser humano é criar deuses à sua
imagem e semelhança. Zeus chega a tomar a forma do marido de Alcmena, que
estava na guerra, para fazer as vezes dele na cama dela, sacanagem pela qual
nasceu o semideus Hércules.” – (Waldemar José Solha)
Prefeitura de Mogeiro vai gastar quase meio
milhão comprando pão. É a manchete do blog de Carlão Melo.
Especialistas
em padaria popular já classificam o caso como “o maior investimento em
carboidrato per capita da história recente do município”.
Em 2021, o Vereador Nininho do Bode, de Santa
Rita, queria criar o Dia do Corno.
A
proposta gerou bastante repercussão, mas foi barrada na Comissão de
Constituição e Justiça por não ser considerada de interesse público local.
“Estamos
falando de uma categoria social invisibilizada há décadas. O corno sofre
calado, paga combo, abastece moto e ainda curte foto do casal sem querer”,
declarou Nininho durante sessão na Câmara, sob aplausos tímidos e alguns
olhares desconfiados.
Proposta
previa feriado sentimental, desfile de motos e distribuição gratuita de lenços
para enxugar lágrimas.
Encontrei
essa notícia e enviei para a redação da Barata Press. Coisa de desocupado.
Recebi
e-mail de Eronides Pontes, assinante do jornal A União e leitor da Toca
do Leão publicada aos domingos no único jornal impresso na Paraíba.
Eronides
disse que gosta muito do estilo de minhas crônicas. Sua região de origem é
Pilar. Agradeço a Eronides Pontes, da terra de Frutuoso Chaves e Evanio
Teixeira. Tudo gente pedra 90.
“Tem rádios na Paraíba que se você não
depositar dez mil todo mês na conta deles, não rodam seu disco. Esses forrós
bundinhas da moda fazem sucesso nessa base”. (Geovane Júnior, forrozeiro)
Doe livros novos ou usados que não tem mais uso, que estão ocupando espaço, ou você ganhou e não gostou. Com certeza esse livro será útil para outra pessoa. Biblioteca Comunitária Arnaud Costa – Projeto Biblioteca Viva.
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Disseram que vice não vale nada, porque não tem nenhuma rua com nome de vice. Discordo. Moro na Avenida Vasco da Gama, em Jaguaribe.
Quem lê alguma coisa na república bananeira cínica sindicalista socialista das elites reunidas? Quase ninguém. Mesmo assim, todo dia saem poetas de suas casas com seus originais debaixo do braço para tentar publicar.
Às vezes conseguem. Jogam na internet, fazem cópias para distribuir, poetas vagabundos como eu, poetas crentes como Antonio Costta, poetas estilo “testemunha de Jeová”, daqueles que vendem seus livrinhos de porta em porta, enfim, esses artistas da palavra são abundantes, mas o mistério continua lá: quem lê poesia?
Para escrever poesia, é preciso ler poesia e saber onde se encontra a essência dessa forma de expressão. Muitos confrades não ligam pra isso.
Têm a certeza de que nasceram com esse dom de formar imagens com palavras e danam-se a escrever seus lirismos, suas dores, seus amores e seu orgulho de poeta. Enchem o peito ao ouvirem: “ali vai um poeta”.
No entanto, a espontaneidade do artista da palavra se acaba quando é na hora de distribuir sua obra. Não se vende poesia nas livrarias. A única forma poética engolida com prazer pelo povão é a literatura de cordel, mas isso mesmo saiu de moda há tempos.
Escrevi um livrinho de poemas em 1998 chamado “Pátria armada”. Levei exatos dez anos para desovar os 500 exemplares. Essa arte de linguagem é mesmo ruim de passar adiante.
A poesia, na sua capacidade de dizer o indizível, segue sua rota de colisão com a lógica do mercado e a alienação geral do público.
O suplente de vereador da cidade
de João Pessoa, Lucas Caçula, que se apresenta como pré-candidato a deputado
estadual, especializou-se em invadir hospitais para filmar e postar nas suas
redes sociais.
Em Guarabira, Lucas Caçula entrou na Unidade de Pronto Atendimento nesta terça-feira (25), sendo abordado por funcionários.
Pessoas que invadem hospitais para gravar pacientes, profissionais de saúde ou situações delicadas apenas para ganhar curtidas costumam ultrapassar limites éticos, humanos e até legais.
Hospital não é cenário para “conteúdo”; é um ambiente de cuidado, sofrimento, recuperação e privacidade.
O crédito da notícia é
de Jota Alves, redator do Portal 25 Horas e leitor da Toca do Leão.
Notícia da
Barata Press: O senador Flávio Bolsonaro afirmou que, durante a conversa com
Trump, ele pediu ao mandatário norte-americano que incluísse as notícias do seu
envolvimento com o escândalo financeiro do Banco Master na lista dos Estados
Unidos de operações de mídia consideradas terroristas.
Lau
Siqueira classifica os adeptos do velho Bozó como “dependentes químicos de
detergentes”.
Tijolinhos respeitosos
para o intelectual João Trindade que fará hoje homenagem ao poeta Zé da Luz na
Academia Paraibana de Letras, às 17h30. Estarei lá.
VERSO DO DIA
No romper das alvorada,
Quando alegre a passarada
Se desmancha em cantoria,
Anunciando ao sertão
A sua ressurreição
No despontar de outro dia!
Nos galho das baraúna
Os magote de graúna
Quando o seu canto desata,
Parece uns vigário véio
Cantando o santo evangéio
Na igreja verde da mata!
Zé da Luz








