Poeta e ator Chicco Mello com o livro Artistas de
Itabaiana. Chicco deu entrevista para o programa “Alô comunidade” do
próximo sábado, 18 de abril, às 11 horas na Rádio Tabajara, e aproveitou para
assinar a ficha de sócio da Sociedade Cultural Poeta Zé da Luz. (Foto: Sérgio
Ricardo Santos)
A entrada de Chicco Mello na Sociedade Zé da Luz foi
recebida com entusiasmo pelos membros da entidade. A instituição, que carrega o
nome do consagrado poeta de Itabaiana tem como missão preservar e difundir a
literatura de cordel, a poesia matuta e outras expressões autênticas da cultura
nordestina.
Natural de Solânea, na Paraíba, Chicco Mello construiu uma trajetória marcada pela versatilidade artística, transitando entre o teatro, a declamação e a escrita poética. Sua obra dialoga com as raízes culturais e com a contemporaneidade, aproximando públicos diversos e mantendo viva a tradição oral.
Subserviência made
Paraíba: “Meu papel é convencer Bolsonaro das boas práticas em saúde e, se eu
falhar, a culpa é minha, não do Bolsonaro.” – Marcelo Queiroga, Ministro da
Saúde em abril de 2021.
Blasfêmia do Pastor
Pedônio, o fundamentalista: “o sol é apenas a ponta flamejante do baseado de
Deus, e não uma estrela em fusão nuclear”.
Estou aprendendo sobre cristianismo.
Estou na parte em que Noé constrói uma arca gigante para salvar os animais.
Mas, como ele era preguiçoso e preconceituoso, decidiu não levar os
dinossauros.
Mesmo porque um dinossauro incomoda muita gente, e
dois dinossauros incomodam muito mais!
Karl Max, o cara que fundamentou a
filosofia comunista, em carta ao Engels, ele chora: “Minha mulher está doente
com uma espécie de febre nervosa. Não posso chamar o médico por falta de
dinheiro para os remédios. Há oito dias que alimento minha família unicamente
com pão e batata, e não sei se vou poder comprar pão e batata hoje.”
“Sexo na sexta-feira santa é pecado?
Contigo pode. Piranha é peixe. Peixe pode”. – (Ameba, justificando seu pecado
com Madame Preciosa em dia santo)
“José Lins do Rêgo é o escritor de linguagem mais saborosa, colorida e nacional que nunca tivemos; o mais possante contador, o documentador mais profundo e essencial da civilização da psique nordestina; o mais fecundo inventor de casos e de almas”. – (Marina Damasceno de Sá)
Há no ser humano um prazer mórbido de descer a ripa no que está perto dele. Pus-me a pensar sobre isso. Meu jeito Fabinho de ser não permite violências gratuitas, mas, não resisto à eleição do “Pereba da semana”.
O pereba da semana é o senador Alessandro Vieira
(MDB-SE), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito criada para investigar o
crime organizado e ao final não propõe o indiciamento de um único integrante de
facções criminosas.
A proposta é esquecer os equívocos, corrigir os desencontros e exageros das vaidades. Bora?
Banco de Brasília não vai
quebrar, afirma presidente do banco. Só tava fazendo um teste de emoção com os
clientes e investidores.
Quando o gerente do banco
precisa dizer que não vai quebrar, até o aplicativo do banco começa a travar.
Em agosto de 1979 circulou em Itabaiana o Jornal Alvorada, editado por Fábio Mozart, auxiliado por Arnaldo Barbalho (in memoriam) e Joacir Avelino, contando ainda com a colaboração de Sósthenes Costa, Antonio de Pádua e Pedro Lourenço, esse último também já falecido.
O folheto “Mari, Araçá e outras árvores do paraíso”,
de Fábio Mozart, é uma das obras referenciais na dissertação de mestrado da
pesquisadora Kely Cunha, de Mari. Trata-se de um estudo sobre a prática
educativa dos Agentes Comunitários de Saúde naquela cidade paraibana.
No entanto, a mestranda faz um “regresso”
histórico para evidenciar que os agentes não são fruto do SUS, mas de lutas e
reivindicações populares e o fato de Mari ter sido marcada pela chacina dos
camponeses indica que este acontecimento causou um refluxo nas organizações
populares locais.
“Por isto, busquei material que pudesse me dar informações/indícios
sobre essas organizações e o folheto ‘Mari, Araçá e outras árvores do paraíso’
é um ótimo referencial desses fatos históricos”, disse Kely.
A
literatura de cordel tem um papel fundamental na denúncia e reflexão sobre
problemas sociais. Abordamos temas como desigualdade social, política e tudo o
mais, muitas vezes usando humor, ironia e sátira para conscientizar o público.
Pensava
que era uma enciclopédia viva, mas era apenas uma letra morta.
Professor Kleber com a camisa da Rádio Barata no Ar, o melhor entre os piores, 1º lugar na parada de sucesso dos botecos “pé-sujo”. Confira amanhã (sexta-feira) na www.radiodiariopb.com.br às 10 horas.
Muitos
obrigados a todos vocês que bebem ouvindo a Rádio Barata, o que é prova de
muito amor, carinho e babaquice.
“A Barata é um orgulho de todos os cachaceiros e homens sexuais e mulheres
sexuosas”. (Bento Filho)
Decreto
da ditadura dos puritanos: “é proibido ser feliz em todo território nacional.
Artigo segundo: é proibido viajar nas ondas da Rádio Barata no Ar para ser
feliz em outras dimensões”.
É como bem diz o poeta Fabinho das Candongas Mozart: “Nunca se gabe / você é infeliz / e nem sabe.
O brasileiro não é cordial. Em 2019, o
avião caiu, matando o time do Chapecoense. Torcedores do rival Figueirense imitavam avião para provocar os
adeptos do Chapecoense.
"Hoje o céu ganhou mais uma estrelinha. Vá em paz, salário de abril. Lembro de você com muita saudade, seu lindo!" - (Ameba, liso feito casca de goiabeira)
Ontem foi o Dia do Desenhista, e aqui faço uma provocação: você que é cristão e desenha ou pinta, saiba que comete pecado.
"Proibido fazer imagem de qualquer figura, seja humana ou animal, para qualquer propósito." – (Deuteronômio, Capítulo IV – Versículos 16-18)
Artistas visuais têm contas a prestar a Deus. Fica o aviso.
--- Pedindo uma ajuda pra
enterrar um poeta. Pode colaborar?
--- Quanto na média estão doando?
--- Uns 10 reais.
--- Tome 50 reais, enterre logo cinco poetas.
Se as coisas parecem confusas e os caminhos interrompidos, venha para os Tijolinhos do Mozart. Eu também às vezes me sinto assim, sem direção. Queixemo-nos juntos.
E
vacinação contra caretice e mau humor é na Rádio Barata no Ar, toda sexta-feira
na Rádio DiarioPB, com grande elenco, incluindo a atriz Stela Maris Mariano,
para quem vão os tijolinhos de hoje.
VERSO DO DIA
Não quero viver ao léu
Como cachorro sem dono
Ou solitário colono
De inóspito ilhéu
Mas levo como troféu
Amizade verdadeira
Porque sei que é besteira
Esperar o paraíso
Aqui mesmo é que eu preciso
Da benção do meu irmão
Contida na saudação
Que espiritualizo.
(Fábio Mozart)








