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MEMÓRIA – Grupo Teatral Xudu, de São José dos Ramos, encenando minha peça “A
peleja de Lampião com o Capeta”. (2008)
“A maioria do povo
brasileiro é farinha do mesmo saco de seus políticos corruptos. Seus legítimos
representantes jamais poderiam deixar de sê-lo, por uma simples questão de
causa e efeito. Quando será que o povo brasileiro vai acordar e reconhecer sua
culpa neste cartório?" – (Heitor Reis, in memoriam)
Debate político é tipo um universo paralelo.
É melhor assistir a uma partida entre Botafogo
da Paraíba e Santa Cruz do Recife do que ver debate de políticos na TV. Show de
horrores.
A balela da política antigamente me chamava a
atenção. Hoje, causa enfado.
Tenho uma ação na
Justiça do Trabalho que já está na quarta instância. Começou no século passado
(1998). Nesse intervalo, mais de 100 ferroviários subiram para o andar de cima
sem ver a cor do seu direito.
Caso seja eleito
Governador, quero que meu candidato prometa botar meu Treze na Primeira Divisão
sem escala. Aí eu voto no cabra!
Há doze anos, falecia o
farmacêutico João Bernardo, de Itabaiana. Estava comemorando o dia dos pais na
Churrascaria do Lon, sentiu-se mal e foi a óbito.
João Bernardo, o
popular "Cordão", foi meu patrão na sua farmácia. Um itabaianense do
bem, que deixou saudades entre amigos e familiares.
A Escola Joana Trindade, em Itabaiana, obteve
a maior nota recente registrada no município no IDEB, alcançando o índice de 5,4.
O Ideb é considerado
bom quando atinge ou supera a meta projetada pelo Ministério da Educação,
quando alcança a faixa de 6,0 ou mais.
Jamais exponha seu QR
Code, disse-me um especialista. O QR Code burla senhas
e acessa sistemas protegidos por sigilo.
O tal QR Code descobre até seu grau de
imbecilidade ao dar publicidade a teorias como essa, sem ter provas técnicas.
O povo de Lula critica Moraes por barrar filhos
de Jair no dia dos pais. Acham que aumenta a tática de “vitimismo” do clã
Bolsonaro.
“Olá, Fábio! Me chamo Dandara Tainá, sou estudante de Comunicação em Mídias Audiovisuais, que antes era Radialismo, pela UFPB. Estou pagando a disciplina de TCC 1 e meu projeto está seguindo o caminho das rádios comunitárias, que é um assunto que me interessa demais”.
“Na minha pesquisa sobre essas rádios aqui na Paraíba, encontrei seu livro: Democracia no ar - Histórias de lutas pela radiodifusão comunitária na Paraíba.”
“Mas não achei ele em pdf na internet e nem em acervos de sebos, por exemplo. Queria muito saber se você teria ele digitalizado e se poderia me enviar. Tenho muito interesse nele e gostaria de embasar minha fundamentação nele também.” – (Dandara Tainá)
Satisfação em disponibilizar meu livro Democracia no Ar. O fomento à criação de veículos alternativos, jornalismo comunitário e mídias periféricas viabilizadas por ferramentas digitais e o apoio às rádios comunitárias ainda faz parte dos interesses dos universitários, no tema da democratização das comunicações.
O livro ainda se
encontra no Sebo Cultural de Heriberto Coelho.
Nesse livro eu narro a história da Rádio
Comunitária Araçá, de Mari, a única, talvez, que até hoje faz eleição para
escolher seus dirigentes.
Também dou notícias da Rádio Comunitária
Diversidade, da comunidade Jardim Veneza, em João Pessoa, uma experiência de
rádio popular que foi esmagada pelo sistema.
Outra galera que se interessa pelo meu trabalho
é o pessoal de Alcantil, para onde viajará o poeta Quelyno Souza com folhetos
de cordel de minha autoria que serão distribuídos naquela cidade do cariri.
Quelyno vai dar palestra em Alcantil no Projeto
Vivência do Cordel, aprovado na Fundação Espaço Cultural.
O poeta viaja amanhã e volta no da 14. Boa
viagem, cabra bom!
Li alguns trechos dos debates dos candidatos.
Enfim, só não falo o que acho desses candidatos
porque não tenho dinheiro pra pagar advogado.
Flávio Bozó recebe benção do “apóstolo”
Valdemiro Santiago. Um vigarista dando suporte a outro.
Sou ateu não praticante, mas de vez em quando
torço pela volta da Santa Inquisição pra caçar uns pecadores da cara de pau d’arco.
"Quem planta uma
árvore, se for para o inferno, vai pela sombra" - Ameba, o pregador
inconsequente)
Em 2014, candidato a
deputado federal e adepto do Candomblé, Dalmo de Xangô não distribuiu santinhos
e sim orixazinhos. Orixás são ancestrais divinizados das religiões de matriz
africana.
Sem posse de bola, sem
jogada ensaiada, sem meio campo, sem ataque, sem defesa, com vazios por falha
de posicionamento. Mas com um litro de cana de cabeça na mala do massagista.
Esse era meu Mangueira Futebol e Cachaça.
“A vida é maravilhosa,
sem ela estaríamos mortos.” – (Sonsinho)
E no avião, o medo é
passageiro.
Tem nego se achando
eleito, faltando mais de um mês pra eleição. Falta combinar com o tal do
eleitor, um sujeito chato e, às vezes, imprevisível.
Dirigido pelo cineasta
russo Dziga Vertov em 1929, “Um homem com uma câmera” foi eleito pela revista
britânica “Sight & Sound” o melhor documentário de todos os tempos.
O filme de Dziga Vertov
era uma câmera fotografando outra câmera que fotografava outra câmera. Genial.
"Não se faz guerra
em nome de Deus", diz Papa, apesar de sua igreja fazer ou apoiar isso há
séculos.
Tijolinhos para Sérgio
de Castro Pinto, e agradecimentos pelo livro “Breves dias sem freio”.
VERSO DO DIA
O seu raio de ação é Hildeberto
É André Ricardo Aguiar ou Castro
Pinto,
Cada qual tem talento, mas eu
sinto
Que "viola" nenhum
passou por perto.
Vem comigo e onde tenha um bar
aberto,
Você pega o instrumento, eu pego
o meu;
Cambiteiro no mundo não nasceu
Pra tombar toda cana do meu
eito...
Você hoje me paga o que tem feito
Com poetas mais fracos do que eu.
Bráulio Tavares em martelo
desafio com Astier Basílio





