Com quase quarenta minutos de imagens, o
videodocumentário “Caravana do Cordel Brasileiro” está disponível no Youtube. O filme é parte
de projeto Caravana do Cordel Brasileiro, idealizado por mim. Para ver no
youtube: https://www.youtube.com/watch?v=hrV-qEMiCcA
O realizador do vídeo é o nosso compadre e parceiro Sérgio Ricardo Santos,
um homem que bebe igual motor de Opala, e fuma, mas não inala.
A foto é de oficina de cordel que promovemos na Academia Solanense de
Letras em 2025, pelo projeto “Caravana do cordel brasileiro”.
Projeto propõe alterar o nome da rodovia Castello Branco para Eunice Paiva. Em João Pessoa, o ator Bento Júnior propõe mudar o nome do Conjunto Castelo Branco para Conjunto Bento Júnior.
Uma figura me chamou de
“influenciador”. Acho que é o mesmo que me chamar de trambiqueiro virtual ou
cabra safado digital. Mesmo assim, pela atenção, obrigado.
Odeio a expressão
“criar conteúdo”. Deviam criar vergonha na cara lisa.
Tenho muito apreço por pessoas
que me odeiam por motivos específicos. O inimigo generalista me vê como uma
ameaça difusa ou ideológica. É daí onde sai a bala perdida que acaba achando o
alvo.
Quando jovem, eu fumava
dois maços de cigarros por dia. Hoje, tenho medo de tomar anti-inflamatórios
por causa do estômago.
Deus mandou artrose pesada nos dois joelhos pra
testar a minha fé. Entretanto e porém, acho que não tenho vocação para Jó.
Errei de profeta: Deus testou a fé de Abraão.
Jó, coitado, foi testado pelo Satanás a mando de Deus. O satã é uma espécie de
Sicário da divindade, o que faz o serviço sujo.
Manchete do jornal:
Lula vai colocar 800 bi no Exército. O quartel vai ficar animado.
É no velório onde se
contam as piadas mais cabeludas. Só o defunto leva o velório a sério.
Há 94 anos, nascia a cantora sul-africana
Miriam Makeba, a Mama África. Uma das maiores artistas do século 20, ela também
se destacou na luta contra o apartheid — e foi punida com o exílio e a perda da
cidadania.
Sivuca tocou na banda de Miriam Makeba por
muitos anos. A parceria de Sivuca com Makeba a partir de 1966, no disco All About
Miriam, durou até o final da década.
Fabiano Zettel deixou de ser pastor da Igreja
da Lagoinha (profundamente envolvida com a extrema direita e partes do
incorretamente chamado Centrão) e virou só "cunhado de Daniel Vorcaro".
Políticos de esquerda que usam IA para botar no
feed das redes sociais: não usem IA, contratem ilustradores!
"A verdade é uma só. São muitas. E estamos
todos certos. E sem rumo." – (Antonio Brasileiro)
O pistoleiro do banqueiro mafioso se matou na
cadeia usando uma camisa. Há quem diga que suicidaram o cara. Vide Vladimir
Herzog, suicidado numa cela da polícia, torturado pela ditadura militar.
"O peido do
palhaço é cultura" - Regina Duarte, Secretária de Cultura no seu discurso
de posse na Secretaria de Cultura de Bolsonaro.
"Sou contra tudo o que eles são a favor. E
vice e...versos livres! Sempre!" - Humberto de Almeida
“A renúncia é a
libertação. Não querer é poder” (Fernando Pessoa).
Hoje é sexta-feira, dia
de cerveja e da Rádio Barata no Ar, 10 horas na www.radiodiariopb.com.br
A feminista Madame Preciosa lamenta que o que é
do homem o bicho não come, mas, o que é da mulher, o homem come. Lamenta, mas
da boca pra fora...
Li a história do rapaz que quer indenização do
pai dele por ter nascido. Ele alega que não pediu pra nascer.
Esquece o filho ingrato que foi o vencedor de
uma corrida de espermatozoides com 400 milhões de irmãos.
“Com exceção da Lei da Relatividade, tudo neste
mundo é relativo”. – (Joel Silveira)
Sofrendo de artrose nos joelhos, sinto-me
desarmado, indefeso, inviável e impraticável. E ridículo.
Meu gato Cirilo já viveu todas as sete vidas a
que tem direito e se recusa a largar a vidinha mansa.
Ele sofre de AIDS felina, que contraiu quando
era um gatão.
“De todas as armas brancas, a mais letal é a
língua, que por sinal é vermelha”. – (Joel Silveira)
“Existe na Índia cerca de 1.800 dialetos, sendo
que um deles é falado apenas por nove membros de uma mesma família, que por
sinal não se dão e por conseguinte não se falam”. – (Do livro “Camisa do
senador”, de Joel Silveira”.
“Eu nunca vou entender
como é que o ator paraibano José Dumont, o homem que virou suco no filme de
João Batista de Andrade em 1980, premiado em Moscou, está preso por pedofilia.
E agora José?” – (Kubi Pinheiro)
Amigos e amigas
espantados porque eu sou um cara que não tenho muita fé nas divindades. Vocês
sabiam que Madre Tereza de Calcutá revelou em carta que, até o fim da vida, pôs
em dúvida a existência de Deus?
Se ela, que passou a vida em uma ordem
religiosa, tinha oscilação de fé, o que dizer de mim que só assisti à missa uma
vez na vida, e assim mesmo em consideração a uma amiga falecida!
Tristeza de velho em ver a molecada que antes
jogava bola na praça, viciada em plataformas cretinas na internet.
Entrei na casa dos setenta, de onde raramente
se sai. Quem quiser me ver vivo, apareça. Ou então mande um pix que eu perdoo a
ausência.
Mas eu me aproximo do fim sem nenhum
ressentimento contra o tempo. Fiz o que deu. O restante fica para a próxima
reencarnação, conforme a fé do poeta Merlanio Maia.
Carlos Silva tem um projeto de incentivo à leitura que ele leva para as feiras
de sua cidade. Igualzinho ao nosso Projeto Biblioteca Viva, idealizado por mim.
Antes de começarem os elogios à mulher, acho
bom lembrar o que fizeram com a Presidenta Dilma.
Com 19 anos, Dilma foi presa e torturada pela
ditadura em 1970. Em 2016, mesmo sem ter cometido crime de responsabilidade,
foi expulsa do cargo de Presidenta por um Congresso de mafiosos, a grande
maioria de homens corruptos e machistas.
Getúlio Vargas entregou Olga Benário à Alemanha
nazista em setembro de 1936, mesmo ela estando grávida de um cidadão
brasileiro, Luiz Carlos Prestes.
A deportação, assinada por Vargas, enviou a
militante comunista e judia para a Gestapo, resultando em sua morte em uma
câmara de gás em 1942.
Usineiros da Paraíba mandaram matar Margarida Maria
Alves.
Tijolinhos para Biu Penca Preta, autor da frase: “Quem nasce mané, cresce
mané, morre mané.”
VERSO DO DIA
Porque
alimenta a boca que lhe morde,
Eu
amo esse leal cachorro quente;
O
outro au-au balança o falso rabo
E
abocanha a perna da gente.
F.
Mozart


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