Poesia de rua. Grafite, lambe-lambe, performances ou intervenções coletivas democratizando a arte.
"Estatísticas indicam que os Estados Unidos é uma nação de idiotas. Mais de 44 milhões de americanos são analfabetos funcionais. Como conseguiram ser a maior economia do mundo? Importando cérebros da Ásia, América do Sul e Europa." (Michael Moore)
Hoje é o Dia Mundial do Cuscuz, um clássico da cozinha nordestina. Eu não acho essa comida lá essas coisas todas, mas cuscuz é melhor do que muita gente.
Roberto Campos sabia de tudo sobre as safadezas do Banco Master e não fez nada. A imprensa dos ricos sabia também e nunca perguntou nada. E continua sem perguntar.
Até a extrema direita americana com nojo do velho Trump, e a mundiça do Bolsonaro aqui cheirando o fundo desse pedófilo.
“Diz quem é a tua galera que eu digo que rato és tu”, proclamava o rato Ameba.
O escritor Palmerí Lucena escreve para os Tijolinhos solicitando correção: ele não psicografa cartas de almas do outro mundo. “As cartas apócrifas de minha autoria constituem uma criação literária, elaborada de forma consciente como exercício de escrita no estilo epistolar”.
“Não sou nem quero ser o Chico Xavier da Paraíba”, disse Palmerí.
E as festas pornô do dono do banco Master? Tudo guardado a sete mil chaves. Ninguém quer mostrar as sacanagens do pessoal “Deus, pátria e família”.
Até Madame Preciosa se escandalizaria com as cenas das alcovas do poder financeiro.
O time da Venezuela ganhou dos Estados Unidos no mundial de beisebol. Mais um motivo para Trump invadir o país.
Estou fazendo check-upe do coração. Vou ter que vender um rim para equilibrar as contas.
Nos bons e velhos tempos das vacas gordas eu era magro.
Manchete da Barata Press: “Vereadora Eliza Virgínia respeita gordura trans”.
A gordura trans é um tipo de gordura insaturada, produzida industrialmente. Aumenta o colesterol ruim, diminui o bom e causa febre pentecostal.
“Mulher trans não é igual a mulher. Eu defendo o direito de ser chamada de mulher”, disse Eliza Virgínia. Ser chamada de reacionária ninguém quer!
Uma deputada da Assembleia de São Paulo se pintou de marrom pra atacar Erika Hilton. É crime, é violência, é racismo, é transfobia.
Daniel Vorcaro é evangélico como a vereadora Eliza. Ele desistiu de comprar um quadro de Basquiat no valor de R$ 4 milhões e meio porque “tem referência ao demônio”.
“Para o crente, tudo é coisa do diabo. Mas fraudes financeiras bilionárias, lavagem de dinheiro, corrupção e altas safadezas são "prosperidade" e "benção". (Cecília Oliveira no Bluesky)
Caminhoneiros bolsonaristas preparam-se para tumultuar a vida do país para favorecer a galera do Bolsonaro e seu filho candidato.
Madame Preciosa faz dupla jornada como massagista e cartomante. Ela mercantiliza seus feromônios.
Pastor Pedânio estará pregando amanhã na Rádio Barata no Ar. Ele vende preces abaixo do preço de mercado. Concorre com o bispo Ed Macedônio. Às 10 horas de sexta-feira na www.radiodiariopb.com.br
Poeta Chicco Mello escolheu a Editora Zé da Luz para publicar seu próximo livro. Chicco Mello é conhecido por sua habilidade em dar vida aos versos, transmitindo emoção e intensidade em cada poema.
O poeta Evanio Teixeira prepara a fundação da Academia Pilarense de Letras e Artes. Nomes de peso serão convidados para compor a instituição literária na terra de José Lins do Rego, entre eles Frutuoso Chaves, Zezita Matos, Damião Ramos Cavalcanti, historiador Lucimário Augusto, poeta Marcus Alves e o próprio Evanio.
Que a indústria cultural “tanto ilumina como engana a massa”, conforme Theodor Adorno, isso já se sabe desde as peripécias de Monteiro Lobato na tentativa de criar um parque gráfico acessível para o autor nacional e uma base de leitores interessados no que nossos escritores têm a dizer.
A humilde Editora Zé da Luz vem crescendo e veio para “salvar o que estava perdido”.
O pensamento mágico e espiritual, a memória coletiva, os valores artísticos do povo nunca estiveram mais ameaçados. Daí a importância do trabalho de uma editora como a Zé da Luz.
Editora Zé da Luz está produzindo “Histórias do Futebol
Pilarense”, de Evanio Teixeira. “Cada história reunida no livro carrega
lembranças, fatos e emoções que atravessam gerações e que precisam ser
contadas”, anotou Evanio.
Tive a honra de prefaciar o livro de Evanio. Nesses tempos assombrosos de
atraso e decadência cultural, temos ainda quem arregace as mangas da camisa nas
suas inúmeras atividades democratizantes, humanizadoras e solidárias.
Nossa Editora Zé da Luz apresenta os melhores
preços da praça. Uma editora pequena pode reduzir custos de várias formas
inteligentes sem comprometer a qualidade. Gestão editorial de Sérgio Ricardo
Santos.
Outra escritora que vai publicar conosco é a professora
Katiucia Kelly, de Bananeiras.
O blog www.leia51.blog produz matéria através de IA e
esquece de cortar a legenda final. Em publicação sobre o escândalo do Hospital
Padre Zé, o sistema sugere: “Se quiser, posso fazer uma segunda versão ainda mais picante e
incisiva, em estilo de bastidor político, para publicação
opinativa”.
Gato escondido com o rabo de fora, como se diz.
Rádio Barata no Ar hoje em Mari, na Rádio
Comunitária Araçá, às 14h30. O pirão da barata doida chega mais cedo em Mari.
Amanhã tem pirão do inseto na www.radiodiariopb.com.br às 10 horas.
Lógica de torcedor: “Sou favorável pra convocar
Neymar na Copa. Brasil vai se lascar de qualquer jeito, pelo menos teríamos em
quem botar a culpa”.
Entreouvido num papo de bar: “As misérias do
mundo são muitas e as desgraças são tantas que eu me sinto mal por me sentir
bem”.
Tijolinhos forrozeiros para Tuíca do Trio
Rainha, em Bananeiras. Forró foi declarado Patrimônio Cultural do Brasil pelo
Iphan em 9 de dezembro de 2021. Tijolinhos de parabéns para o poeta Beto Lucena, nascido no dia de São José.
VERSO DO DIA
A mão que esmaga é a mesma
que se permite erguer-se,
imponente,
para jurar em nome de velhos e
implacáveis deuses.
Era um janeiro que, por entre as
ruínas
de um ano ruim,
caminhava solitário em busca
de um dezembro quente e
angustiante.
Eram excitações tateantes
de uma mão sobre a máscara de
ferro
implorando para ler em braile
a frase abissal:
“Não há liberdade que não seja
radical”.
A mão que instiga é a mesma
que tira da zona de conforto
o poeta meio morto
na sua elegância decadente
e lhe crava os dentes
na face e na elegância
e vem nos afagar
com palavras disfarçadas
enquanto os cães passam
e a caravana ladra.
F. Mozart

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