Em 21 de janeiro de 2017, lancei minha música “Enquanto não arrebenta o derradeiro dilúvio” no programa Alô Comunidade, na Rádio Tabajara. Composta por mim e por meu filho Arnaud Neto (foto), foi gravada pela Banda Sonata.
Depois disso, só a Rádio DiarioPB ainda toca minha música.
Em 19 de janeiro de 2017, a rádio comunitária Zumbi ocupou o prédio onde D. Pedro deu sua primeira cagada na Paraíba. Um século depois, voltamos pra terminar o serviço...
O prédio é da UFPB e fica na Praça Rio Branco, centro histórico de João Pessoa. Depois, veio o Reitor Valdiney Veloso e nos expulsou.
Agora, vou reeditar meu livro Artistas de Itabaiana e expulsarei Valdiney. Ele é itabaianense. Vingança tardia, infantil e babaca. São coisas minhas. O livro é meu e bye bye.
Aliás, tem outras figuras mofinas que foram retiradas do livro. Desinfecção preventiva depois de dez anos da primeira edição.
"Enquanto houver, neste país, um só homem sem trabalho, sem pão, sem teto e sem letras, toda prosperidade será falsa" (Tancredo Neves).
O velho Fábio Mozart, ex-locutor de parque de diversões, cuspidor de microfone em rádios comunitárias e comunicador improvisado no programa Alô comunidade, agora é presidente do bloco As Cuecas. Não é pra qualquer um.
Há 217 anos nascia o escritor Edgard Allan Poe. Fã de absinto, tinha alucinações. Antes de morrer, vou tomar duas doses de absinto.
Estou fazendo dieta líquida para exame dos intestinos.
Dieta radical: alimentar-se apenas de sonho. Os mais gulosos possíveis. Não engordam nem causam câncer.
"O que me restava de inteligência, gastei na prova de matemática." - Sonsinho, o rudimentar.
"O que me restava de carinho, desperdicei no cachorro do vizinho." - Ameba, o rude.
O nativo de Peixe era um peixe insurgente. Nadava contra a corrente. Agora, esqueceu o anarquismo e virou peixe de aquário.
Maciel Caju era um falso rico. Às escondidas, alugou sua zona de conforto.
Toda pessoa é a favor da liberdade de expressão de quem pensa igual a ela.
Não mande convite nem solicitação de jogos. No momento, só aceito pix.
"Fiquei na ociosidade e, pra sair do ócio, comecei a fazer poesia". – Poeta Carlos Aires, comprovando que poesia é coisa pra pessoas desocupadas.
"Fiéis devem pagar dízimo, pastor não deve pagar imposto. É bíblico, irmão!" (Pastor Pedânio)
"Pra não chorar o leite derramado, tome direto na teta da vaca." - (Ameba, o repugnante)
Ontem, 19 de janeiro, foi o dia do terapeuta ocupacional. Quando teremos o dia do terapeuta da vadiagem?
O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute e a barata esculhamba.
Nasci em Pernambuco, mas digo que sou paraibano porque tenho mania de grandeza.
Acabei de ler "A volta de Simão Bacamarte", do mineiro Annibal Augusto Gama. Enredo surpreendente de um autor idem. Recomendo.
"Descobri
que andar engorda. Quase todo mundo que caminha é barrigudo". - Ramalho
Leite
O primeiro
programa de 2026 da Rádio Barata no Ar, intitulado “Zé Barata e Sérgio Tubarão abrem 2026 no desenho dos
Simpsons”, bateu recorde de ouvintes no site da rádio DiarioPB.
A edição
entrou para a história como a mais ouvida desde a criação do programa, há cinco
anos, período em que já foram produzidos 545 episódios.
A edição
contou com a participação especial de Homer Jay Simpson, patriarca da família
Simpson e um dos personagens mais reconhecidos da história da televisão
americana, o que impulsionou significativamente os acessos ao player do site do
programa, que já ultrapassou a marca de oito mil cliques.
Certa vez, em
Itabaiana, a madame disse: "Em minha casa, preto e pobre só entram
pra trabalhar." Fugi dali antes que ela me mandasse faxinar os banheiros.
Em
poucos meses na Presidência, Jânio Quadros decretou que toda agência dos
Correios deveria ter um vidro de goma arábica para selar as cartas dos
usuários. Essa grande obra para o progresso da nação ainda se vê hoje em dia.
Bolsonaro
saiu sem deixar uma única marca. Não colou.
“Rádio
Barata no Ar é o programa mais vira lata do planeta. Os meninos são treinados.
Eles são garotos de programa.” – (Félix Di Láscio)
Blocos
alternativos de João Pessoa devem ganhar cinco litros de cana e quatro cajus
pra brincar o carnaval.
Bloco
As Cuecas desistiu de desfilar. Prefere ficar no Mofados Bar
curtindo shitcore, grindcore, noisecore, goregrind e todo tipo de barulho
irritante que você possa imaginar, mas com o apelo underground.
Meus
mais sinceros tijolinhos para o amigo Napoleon Soares do Rego, embaixador dos
tijolinhos em Londres, e para nossa amiga Clévia Paz, comemorando hoje seu
aniversário. Mais tijolos para El Gorríon de Itatuba.
VERSO
DO DIA
Estrebuchemos
Por uma questão de ajuste
Em lógica que nos assuste
Para não comprometer
A harmonia do mundo
É preciso ter mais gente
Insistente e renitente
Diga sempre não à paz
Não obedeça, rapaz!
Toda força à intolerância
E à não observância
Faça rom-rom, torça a cara
Estrebuche, mande a vara
Diga não à paz armada
À luta, camarada!
Com pilhéria e bofetada
Agitemos a manada
Cuspa a moral de fachada
Que não nos resta mais nada
Escarneça do seu chefe
Cujo poder é um blefe
Construa seu inimigo
A partir do próprio umbigo
Tudo isso é uma grande farsa
Que a própria alma esgarça
Resista a cada momento
Ao discurso fraudulento
Diga não à lei e à ordem
Antes que os nazi acordem
Zero grau de disciplina
Ao menino e à menina.
Sujo, confuso e arredio
Que seja assim nosso rio
Para nadar de braçada
Em busca do tudo ou nada.
F. Mozart

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