quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017



MULTIMISTURA explorando fenômenos sobrenaturais e esoterismo em geral, no papo com a professora e feiticeira Sheilla Alencar.

Gravação do bloco 4 no Radiotube:



terça-feira, 7 de fevereiro de 2017




O que é pior: o crime organizado ou o crime esculhambado?

O sonho acabou? Os sonhos acabam. O pesadelo continua.

Navegar é preciso pra longe de nossas ilhas de segurança.

Como bom raulseixista, minhas teorias sobre tudo mudam a cada três horas.

Não existe nada mais óbvio e ao mesmo tempo surpreendente do que a morte.

Parodiando Millôr Fernandes: “é inútil você tentar ficar rico com lucros honestos. Não há lucros honestos.”

Todo mundo corre atrás de lucro. Só quem vai atrás do prejuízo é jogador de futebol.

“Eu morri no ano passado. Não comuniquei a ninguém para evitar demonstrações de hipocrisia.” -  (Millôr Fernandes)

Conforme o Livro de Ética, escrito por Hipócratis, somos obrigados a falar bem dos mortos.

Verdade absoluta: suicídio seria a última coisa que você faria na vida.

Trocam Pai, Filho e Espírito Santo por dinheiro. Evangelistas no Brasil é coisa de bandoleiro.

Admitir esse ministro é inadmissível.

Dois é bom, três é demais? Que seis eu, que setes tu? (Inspirado sempre em Millôr, o rei dos tijolinhos meio idiotas, meio geniais)

O Facebook escancara a imensa compulsão das pessoas para o exibicionismo.

Michel Temer governa pisando em ovos. Do povo.

No fundo, a briga é entre o capitalismo selvagem e o socialismo domesticado.

Atraso: em pleno mundo eletrônico, prefeito diz que está trabalhando “a todo vapor.”

Descobri que sou oligofrênico topográfico. Desorientado.

“No Brasil, o governo não é mal, mas o povo deixa muito a desejar.” (Millôr Fernandes de novo)




domingo, 5 de fevereiro de 2017

sábado, 4 de fevereiro de 2017



MULTIMISTURA homenageia Chico Science, “da lama ao caos”.

--- Terror gospel com Zé do Caixão, teoria da conspiração extraterrestre, procuradores procuram e não acham coerência na Lava Jato, entre outras tretas.
  
SE LIGA NO BLOCO 2 DO MULTI:


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017


MULTIMISTURA vai à praia pescar caranguejo, ratos de praia e estrelas cadentes do esoterismo no dia de Iemanjá.

Pesque nesse lamaçal eletrônico:



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

 



Sob coação do cineastas Rodrigo Brandão, autorizei a filmagem de um longa metragem cujo roteiro é baseado no meu livro “Democracia no ar”.
“Tanta gente chata, por isso que a terra é ligeiramente chata nos pólos.” (Sonsinho)
Não rasparam a cabeça de Eyke Batista, ele apenas tirou a peruca que foi presa em cela separada.
Com Donald no Poder, Mickey se mostra preocupado com o futuro da Disney, Pateta comemora, Tio Patinhas fica mais rico e Zé Carioca é deportado.
Sinal dos tempos. Antes, empreiteiras soltavam verba. Agora soltam o verbo.
Esse Michel Temer não é um governo, é uma gambiarra política mal feita.
Em 1954 o Brasil era mais legal, eu não era nem nascido. Desconfio que minha presença botou gosto ruim no Brasil. Só desconfio.
“Não importa se o eleito é de esquerda ou direita, o povo sempre toma no centrão”. (Ameba, o esculhambista)
Desobediência civil e militar, já!
Percebendo um buraco na calça, Sonsinho vestiu pelo avesso.
 “É preciso um mínimo de bens materiais para exercer as virtudes do espírito.” (Santo Agostinho, criticando São Francisco)
O importante não é ser honesto, é postar no Facebook protestos contra a corrupção.
Governo quer transformar Previdência Social em Providência Divina, que só chega após a morte.
Quando jovem eu era muito inteligente. Conseguia ler sem óculos.
“O ateísmo é uma espécie de religião em que ninguém acredita.” (Millôr Fernandes)
Oh tempos! Pagar salário em dia faz do prefeito um ser superior!
Voltei a ser viciado em não fumar.
O Papa disse que quem zomba da mulher de Lula vai pagar caro. E ele é infalível. Eu me preocuparia.
Ser político não é crime, mas já é um bom começo pra carreira de bandido.
Nem só de pão vive o homem. Uma tapiocazinha sempre cai bem.
“Grandes advogados conhecem muita jurisprudência. Advogados geniais conhecem muitos juízes”. (Millôr Fernandes)
Quando crescer eu quero ser meritíssimo.
Com 480% de juros ao ano, o cartão de crédito no Brasil entra para o rol das maiores bandidagens nacionais. Quem está preso? Quais os políticos que comem ágio do sistema financeiro?

O prefeitinho que entra ainda é da mais absoluta confiança. Só tem 30 dias de trono.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

COLUNA DE DAMIÃO RAMOS CAVALCANTI


Zavascki , o Teori
  •           Há pessoas que têm o destino de cunhar, na rijeza do metal ou na dureza da vida,  os sentidos da palavra 'utopia' (literalmente, do grego, "o não lugar em lugar nenhum") ; sofrem angústias, padecem sofrimentos, dos quais, sempre, faz-se um mártir, um herói. O bem , em perfeição, nunca é completamente atingível, mas continua desejável, por isso ser aguilhão gerador de ideias utópicas, metas imaginárias à cidadania, ao cidadão, que nos movem à busca do melhor. Houve, por tais motivos, vários vultos na história, mortos porque lutaram pelo bem comum, mesmo perseguidos pelos que pensam somente em si. Destaco Tomás Morus (1478 - 1535), humanista e jurista inglês, amigo do filósofo Erasmo de Rotterdam, e autor da obra  A Utopia. Tomás, simplesmente por não dizer 'sim' à conduta e às ordens do rei Henrique VIII, morreu, formalmente "julgado", condenado e cruelmente decapitado.
              Daí, quem trilha caminhos semelhantes, como os de Morus, quando desaparece , logo se faz a ilação, mesmo advertido pela probabilidade, de que não morreu, mas foi morto. O bom senso alerta que saber certos assuntos é perigoso; por isso se esculpe a prudência em corpo de macaco tapando com as mãos os olhos, os ouvidos e a boca. Mas, não sendo macacos, eticamente os sentidos nos informam e a boca afirma o sentido da existência, a defesa  da verdade, do direito e da justiça em função do bem comum.
              Teori Zavascki deve ter sofrido muito , seguindo Morus, ao caminhar nas terras da utopia, conhecendo crimes, autos e protagonistas de tantos escárnios contra o povo, especialmente tratando-se daqueles que se disseram políticos para cuidarem exatamente da coisa pública e zelar o bem comum...  Imagino o que teria pensado o Ministro Teori durante a queda do avião no mar de Paraty, sem forças contra as águas que calaram sua boca. Águas? Deve ter relembrado palavras do general romano Pompeu (
    Navigare necesse; vivere non est necesse) ao cumprir ordem cesarista (70 a.C) de vencer os mares à procura de trigo para Roma: "Navegar é preciso, viver não é preciso" ou que se tente realizar utopias.