Nós na Praça 26 de Novembro, em Solânea, ontem, durante recital com poemas de Augusto dos Anjos, do grupo do Lar Fabiano de Cristo (Sapé), como parte da programação da V Festa Literária de Solânea.
O torcedor Quelyno Souza está revoltado com o Botafogo da Paraíba que subiu de R$ 50 para R$ 90 o valor dos ingressos.
De minha parte, se oferecerem ingresso de graça e mais o lanche, pra ver o Belo jogar, eu educadamente rejeitarei.
O documentário Dadá Venceslau – O pequeno grande mestre é assinado por Giva, ativista cultural e indígena, criador da Olho d’Água Casa de Cultura, espaço que infelizmente foi fechado durante a pandemia.
De São Paulo, o escritor Fernando J. Nascimento lê os Tijolinhos do Mozart. Ele está na Paraíba. Lançou ontem seu livro “P... desvenda este enigma” durante a V Festa Literária de Solânea.
A Rádio Barata reciclável está no ar nesta sexta-feira, às 10 horas na www.radiodiariopb.com.br
Às vezes penso em como é feliz o homem medíocre, confiante nos homens de péssimo caráter que fingem ser salvadores de uma pátria de imbecis.
Mensagem para Vorcaro: “manda a foto da peleleca dela!”
Tenho um casal de baratas para adoção responsável. Comem de tudo. Não precisa de ração industrial. Só não fazem cocô na caixinha.
Tentei dizer não às drogas. Aí o médico receitou mais dois fármacos barra pesada. Desses que, se você ler a bula, não toma de jeito nenhum.
Ontem fui a Solânea participar da V Festa Literária da Academia Solanense de Letras. Saí de João Pessoa com um joelho doendo. Ao chegar no destino, os dois joelhos estavam não operacionais.
Fiz doação de 300 folhetos de cordel para distribuir durante a V Festa Literária de Solânea, Flisol.
Mesmo com problemas de saúde, fiz questão de levar poesia, cultura e tradição ao público solanense. Gosto daquela cidade.
"A poesia é feita de pequeninos nadas", diz Manuel Bandeira.
Em Bananeiras, cidade vizinha, a população está revoltada com a implantação de um condomínio residencial de luxo na entrada da cidade, que ameaça acabar com o que resta da Mata Atlântica na região.
O Ministério Público da Paraíba acompanha o caso, por determinação do procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans. A apuração está sendo conduzida pela promotora Airles Kátia Souza, com o apoio da promotora Cláudia Cabral. (Com o blog do Tião Lucena)
Em 2022, o MPPB informou ter investigado denúncias de desmatamento e acompanhado o embargo de uma obra realizada sem licença ambiental em área rural de Bananeiras.
Altos interesses financeiros e políticos por trás dessas ocupações dos espaços de proteção ambiental na região de Bananeiras.
O caso atual coloca em discussão um desafio recorrente: conciliar o crescimento urbano e imobiliário com a proteção dos remanescentes de Mata Atlântica. Para ambientalistas e parte da população, a preservação dessas áreas é fundamental não apenas para a biodiversidade, mas também para a paisagem e a qualidade de vida de Bananeiras.
Em 2015, uma perua me tascou um processo na Justiça, pedindo indenização por danos morais. No dia da audiência, entrei calado na sala e saí mudo. A perua me olhou com cara de odiosidade, mas também não disse nada.
Ela pediu indenização de R$ 20 mil pela sua honra pretensamente ofendida.
Meu objetivo não era alimentar conflitos pessoais, mas reafirmar o compromisso com a liberdade de expressão, a responsabilidade pelas informações divulgadas e o direito da sociedade de discutir assuntos de interesse público.
Aliás, retiro o termo “perua”. A expressão pode ser entendida como ofensa à honra ou à reputação. Não quero mais treta com a Justiça.
A atriz, professora e escritora Carla Salvador participou da programação da V Festa Literária de Solânea em 3 de setembro, ontem, com o lançamento de seu novo livro. O evento aconteceu no Grêmio Morenense, reunindo escritores, artistas, leitores e amantes da literatura.
Além da atividade literária, a presença de Carla Salvador também evidencia a diversidade de caminhos percorridos por quem atua na cultura, unindo educação, teatro e escrita em uma mesma trajetória.
Carla Salvador é artista exclusiva da Rádio Barata no Ar. A Rede Globo queria contratar nossa atriz para a telinha, mas esbarrou num pequeno detalhe: nosso cachê é muito melhor!
“Não vemos as coisas como elas são, mas como nós somos” (Anaïs Nin).
“Ser locutor ruim é fácil, até eu posso ser; difícil mesmo é ser locutor muito ruim, e isso Mozart consegue”. – (Maciel Caju, meu desafeto)
Em 2013, o programa “Resenha Cultural”, da Sociedade Cultural Poeta Zé da Luz, transmitido pela Rádio Comunitária Rainha de Itabaiana, ganhou o Prêmio Agente Jovem de Cultura do MinC.
Jamais recebemos esse Prêmio. Calote federal.
Tem uma lei que obriga as rádios tocarem 30% de música paraibana na sua programação, mas as rádios comerciais não obedecem à lei e os artistas não se mobilizam para exigir.
“Minha arte hoje está mais comprometida com a construção de pessoas do que sua repercussão midiática." - Adeildo Vieira.
Em 2013, a Rádio Comunitária Araçá, de Mari, Paraíba, respondia ao 48º processo na Justiça, desde sua fundação.
Na época, a rádio Araçá seria a emissora que mais respondia a processos por calúnia e difamação na Paraíba, e talvez no Brasil. Rádio comprometida com verdade e justiça passa por isso. Eu sei porque fundei essa rádio em 1998 e atravessei períodos piores.
Em setembro de 2013, o radialista comunitário Fábio Mozart recebeu convite da Secretaria Estadual de Cultura da Paraíba para participar da 3ª Conferência Estadual de Cultura que foi realizada no dia 20 de setembro, na cidade de Sousa.
Eu seria o “facilitador” de uma mesa de debates sobre rádios comunitárias. Apareceram alguns militantes alterados, começou uma discussão pesada. Para facilitar as coisas, levantei da mesa e fui embora.
Sinceros tijolinhos para Massilon Gonzaga, da Rádio Comunitária Ariús de Campina Grande, uma experiência pioneira da radiodifusão comunitária paraibana. Em junho de 2015, o Ministério das Comunicações fechou a Rádio Ariús.
VERSO DO DIA
A Esperança
não murcha, ela não cansa,
Também como ela não sucumbe a Crença,
Vão-se sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da Esperança.
Augusto dos Anjos

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