FOTO MEMÓRIA - Idalmo da Silva na minha peça "Peleja de Lampião com o Capeta", 1977 - Grupo Experimental de Teatro de Itabaiana. O videasta Sérgio Ricardo Santos está produzindo um documentário sobre este grupo teatral.
Stanislaw Ponte Preta foi o famoso pseudônimo de Sérgio Porto (1923–1968), um influente jornalista, cronista, radialista e humorista carioca.
O poeta José Sóter disse que eu sou o Stanislaw Ponte Branca. Tou mais pra Stanislaw Ponte Marrom.
O coronel Pablo Nascimento da Cunha e o major Lucilio Carvalho de Santana acusados por suposto envolvimento no desaparecimento de 479 veículos apreendidos no 7º Batalhão da Polícia Militar, em Santa Rita.
Só restaram oito veículos, assim mesmo porque se trata de Fiat Marea, um carro que nem de graça ninguém quer.
Flávio Bozó Rachadinha comprou 51 milhões em imóveis com dinheiro vivo. Dinheiro morto deve ser o que eu pago mensalmente ao banco Itaú como parcelas de um empréstimo que jamais contratei com esse banco.
"Meu vizinho é cheio de tatuagem. O filho dele nasceu sem nenhuma tatuagem! Acho que não é filho dele não! (Sonsinho)
Esse Bené da Cloroquina é um bebinho tão chato, mas tão chato que quando ele chega no bar, senta à mesa do bar, o garçom pergunta logo: "posso trazer a saideira?"
A História tem muitas maneiras de ser contada. A que se sobressai é a dos vencedores. Geralmente, 90% é mentira ou meia-verdade.
Cada um tem o direito de ser o que é, desde que não pegue no meu pé.
Fui desafiado por pessoas que acham que eu não tenho mais o que fazer para responder a um desafio: revelar 5 manias. Como não tenho mesmo o que fazer, vamos lá:
Tenho tendência a meter o dedo no nariz; outra tendência de ser centralizador. Se não domino a situação, fico tenso e fragilizado; tenho mania de escrever tudo o que deverei fazer diariamente em um caderninho, e depois esqueço.
Acordo cedo todos os dias, antes do sol nascer. Mania profissional, quando vivia de olho nos trens. Sim, e mania de estar sempre consultando as horas, outra sequela ferroviária.
E porque nem tudo é como se quer ou sonha, tenho costume de guardar rancor de gente sem-vergonha.
Por falar nisso, amanhã tem Rádio Barata no Ar, o anti-programa mais misógino e cabra safado da rádio web universal. Na Rádio DiarioPB às 10 horas.
Uma amiga mandou mensagem: “Que Deus realize seus sonhos e projetos”. Respondi: se Deus existe, ele sabe de nossas necessidades. Não precisa ficar lembrando ao Onisciente e Onipotente. Ela ficou ofendida porque acha que ofendi sua fé. Ofendi?
Os deputados do Brasil querem aprovar uma lei que manda pra cadeia quem falar mal de Israel. Você poderá criticar o seu país, Brasil, mas se falar mal do Estado de Israel vai pagar caro.
Tanta gente decente e a direita brasileira escolhe Flavinho Rachadinha como candidato. Depois se queixam porque levam surras e mais surras de Lula.
Hoje é dia de Santo Abúndio e da cidade Alumínio, em São Paulo.
O filme “Retalhos de Manoel”, direção de Eisandra Neves, está na Mostra “Zé do Cinema” na VI Mostra Bananeiras do Audiovisual.
Manoel Luiz é um jovem escritor de 85 anos, alagoano radicado em Bananeiras. Dedicou sua vida aos livros e à memória de sua cidade adotiva. Um amigo que tenho em Bananeiras.
Escritor e memorialista, Manoel Luiz é conhecido por preservar a história de Bananeiras através de livros de memórias, crônicas e artigos. Embora alagoano de União dos Palmares, adotou Bananeiras como sua terra e se destaca como incentivador da leitura e guardião da memória cultural da região.
Manoel Luiz e Elisandra Neves fazem parte da Academia Bananeirense de Letras e Artes.
No Rio, procura-se um governador que tenha peito para enfrentar os poderes do tráfico, da milícia, da Alerj e da família Bolsonaro sem nenhum escândalo de corrupção e que termine sem ser preso.
Lendo “Fantasmas do Rio Paraíba: Vozes de Pilar”, de Lucimário Augusto. O menino sabe escrever!
“Quem atravessa minhas águas leva um pouco de tudo: medo, coragem, segredo. Sou espelho do que passa, mas também guardião do que ninguém conta”. (Lucimário Augusto)
Com a saúde abalada e o corpo pesando pelos anos, acho que vou declinar do convite para assumir uma cadeira em Academia de Letras que está se formando no Vale do Paraíba.
Por falar nisso, estou indo embora de Bananeiras. Venderam a casa e tenho que pegar meus panos de bunda e cair fora. Quem quiser me dar uma casa para continuar morando na bela cidade serrana, fique à vontade.
Fiz as malas e doei meus livros para as academias de letras de Bananeiras e Solânea. Livros precisam circular.
Os livros não foram feitos para ficar parados em prateleiras, acumulando poeira. Eles carregam ideias, histórias e conhecimentos que só ganham vida quando passam de mão em mão.
A leitura é um ato de partilha: quem lê amplia sua visão de mundo e, ao emprestar ou doar um livro, permite que outra pessoa também se transforme por meio daquela experiência.
“Quisera estar mais jovem para participar com afinco e alegria dessa Academia Solanense de Letras, tão consciente, responsável, criativa, dedicada” – (Escritora Maria dos Anjos de Oliveira)
Eu
digo o mesmo, dona Maria dos Anjos, para quem dedico estes tijolinhos.
VERSO
DO DIA
A poesia me pega com sua roda
dentada,
me força a escutar imóvel
o seu discurso esdrúxulo.
Me abraça detrás do muro, levanta
a saia pra eu ver, amorosa e
doida.
Adélia Prado
